Contadores
Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.
Edição do dia 12/11/2010
12/11/2010 20h46 - Atualizado em 12/11/2010 20h46
Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.
Os cientistas testaram um remédio que deixou normal um neurônio de uma criança autista.
O Jornal Nacional noticiou nesta quinta uma descoberta promissora para as pessoas que têm autismo: uma disfunção que afeta a capacidade motora, de comunicação e de relacionamento do ser humano. Nesta sexta, o correspondente Rodrigo Bocardi conversou com o cientista brasileiro que chefiou a pesquisa para saber mais sobre essa descoberta.
A criança não se comunica direito. O convívio com as pessoas é limitado. E quando os pais se dão conta, percebem que o filho é portador de um transtorno neurológico: o autismo.
A doença até hoje se mostrou incurável e fez muitos pais se cobrarem achando que não deram o amor necessário ao filho. De San Diego, na Costa Oeste dos Estados Unidos, o pesquisador Alysson Muotri contesta.
"O estigma não deve existir mais. Não é culpa dos pais. Isso é um problema genético e a gente tem que trabalhar em cima disso".
Alysson chegou a essa conclusão depois de coordenar um estudo com mais dois brasileiros, Cassiano Carromeu e Carol Marchetto, na Universidade da Califórnia.
Para entender o cérebro de um autista, eles coletaram pedaços de pele de quatro crianças com a doença e de cinco sem. No laboratório, separaram as células da pele e as reprogramaram para se tornar neurônios.
Resultado: viram que os núcleos das células de crianças com autismo eram maiores e as ramificações de ligação com outros neurônios eram mais curtas e em menor número do que nas crianças sem o transtorno.
O próximo passo foi tentar resolver os problemas dos neurônios com sinais da doença. Os pesquisadores recorreram a diversos remédios. Um deles funcionou, deixou o neurônio normal. Isso deu esperanças de que o autismo possa ser curado.
Se foi possível alterar uma célula, é possível alterar todos os neurônios do cérebro, dizem os pesquisadores.
A questão é que o remédio foi eficiente para tratar uma célula em laboratório. Em doses maiores traz efeitos colaterais graves.
"O grande desafio agora é fazer uma triagem de novas drogas na esperança de conseguir descobrir um novo remédio que seja menos tóxico e que seja muito mais efeito do que o que a gente tem como prova de princípio hoje. Mas tudo pode acontecer. Pode ser que a gente tenha uma descoberta fenomenal e as coisas acelerem muito mais", finalizou Alysson.
Você sabia?
Curso em 27 11 2010
Aprenda a observar os comportamentos autísticos em variadas situações, visando ao levantamento de um perfil e ao planejamento de recursos e alternativas de trabalho.Data do curso: 27 de novembro 2010A grande queixa das pessoas envolvidas com crianças com autismo é a falta de informaçõessobre como realizar as adaptações curriculares, como aplicar os procedimentos de ensino e como incluir, estas crianças na rede de ensino, Esse curso pretende discutir as necessidades educacionais especiais do aluno com autismo segundo as particularidades do pensamento concreto, oferecendo alternativas de trabalho para a inclusão.Público alvo : Professores, Psicopedagogos, Pedagogos, facilitadores, psicólogos, neuropsicólogos, familiares etc ....Conteúdo:- Perfil de aprendizagem do aluno com autismo- Condições de ensino e recursos de acesso ao currículo- Realidade inclusiva do novo milênio.- Uma nova visão do atendimento escolar para crianças com autismo:- a relação entre Atendimento Educacional Especializado (AEE)- e o Modelo Generalista- Capacitar profissionais na observação de comportamentos autisticos em situações variadas visando o levantamento de um perfil e o planejamento de recursos e alternativas de trabalho-Apresentar estratégias de comportamentos adequados.Parte final do curso:MESA REDONDA ( das 17:00 as 18:00)Traga suas dúvidas!!!Pense em sua atuação! faremos uma pausa final para perguntas e respostas sobre as estratégias de trabalho e dificuldades comportamentais. Serão analisados casos específicos e apresentadas propostas de intervenção que serão compartilhadas pelo grupo.Inscrições:Valor da inscrição: 105,00 (até 10x no cartão(opção somente pelo site)Inscrições pelo site: www.universoautista.com.br/curso ou pelo telefone: (12) 3021-0996Carga Horária: 10HsPalestrante: Maria Elisa Granchi FonsecaPsicóloga graduada pela PUCCAMP; Especialista em Didática do Ensino Superior pela FEAP
Mestre em Educação Especial pela UFSCAR; Formação no Programa TEACCH pela University of North Carolina at Charlotte-USA; Arteterapeuta pelo NAPE São José dos Campos-SP
Coordenadora do CEDAP da APAE de Pirassununga,SP; Consultora na área do autismo
Professora Universitária
Festa da Família / 18 de Setembro de 2010
Vídeo 01 : Apresentação somente com a turminha
Apresentação na Festa da Família, realizada pela escola do JV.
Este é meu filhote, autista, com 05 anos de idade!
E ele..ADORA Luan Santana!
I Encontro Nacional
O movimento do tratamento Biomédico no Brasil teve início em 2007, onde anualmente tem acontecido congressos informativos e de treinamento para o tratamento eficiente do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Nos dias 15 e 16 de Outubro de 2010, faremos um congresso completo unindo o tratamento biomédico a terapia nutricional, junto com as várias formas terapêuticas e pedagógicas, fornecendo uma visão completa de como o tratamento biomédico pode ser agregado a outros tratamentos para que a criança autista ou que tenha outro transtorno de desenvolvimento alcance o máximo de seu potencial.
Queremos mostrar que o Autismo é tratável, e que a recuperação se torna possível com a associação de uma série de intervenções terapêuticas simultâneas o mais precoce possível.
Somos um grupo que, com ajuda do Laboratório Great Plains dos EUA (representado pelo site www.autismoinfantil.com.br), deseja divulgar a existência dos tratamentos biomédicos para o Autismo no Brasil. Para isto, iremos nos reunir neste evento, o que dará início a um movimento para a divulgação de alternativas terapêuticas para o autismo. A eficácia do tratamento biomédico já foi comprovada em diversos outros países.
Com a intenção de formar um movimento nacional de conscientização destas opções, além de organizar este evento, pretendemos organizar cursos de formação para médicos e um instituto de pesquisa que agregue a experiência nacional no tratamento do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Se você já experimentou o tratamento biomédico e gostaria de ajudar na divulgação desse trabalho, por favor indique pessoas que você sabe que precisam de ajuda ou que pode ajudar nesta divulgação. Você poderá estar ajudando centenas de pessoas na sua comunidade, comunicando que o autismo é tratável, e que quanto mais precoce for a intervenção biomédica maior será a esperança de recuperação para estas crianças.
Médicos, terapeutas e pais que queiram aprender como tratar o autismo usando o tratamento biomédico e uma abordagem integral de tratamento a criança autista. Esse tratamento já está sendo usado em mais de 90 países do mundo com grande sucesso, e agora você terá a chance de oferecer esperança as crianças autistas.
Será fundamental para pais e terapeutas que tenham vontade de renovar suas esperanças ouvindo palestras de renomados profissionais que já trabalham com o tratamento do Autismo. Este será um encontro introdutório e de divulgação destas novas idéias para os médicos. No futuro haverá um curso médico específico onde profissionais experientes lhes passarão detalhes de como diagnosticar e tratar o espectro autista aos médicos.
Teatro da Universidade Paulista - Campus Indianópolis
Rua Dr. Bacelar, 1212 - Vila Clementino -
São Paulo - SP CEP 04026-002
Tel.: (11) 5586-4000 (11) 5586-4000
VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!
...e passou no Jornal Nacional....alguma semelhança?
27/04/2010 21h52 - Atualizado em 27/04/2010 21h52
Pesquisa pode ajudar a desenvolver tratamento para TOC
Ratos se comportaram como os seres humanos que têm TOC quando os cientistas desativaram um gene específico
Pesquisadores americanos divulgaram um estudo sobre transtorno obsessivo compulsivo, conhecido como TOC. A pesquisa feita com ratos mostrou que ao desativar o gene S-L-I-T-R-K-5, os animais passaram a ter um comportamento semelhante ao de seres humanos que apresentam a doença.
Os bichos apresentaram sintomas como ansiedade extrema e repetição de movimentos, como o de se limpar o tempo todo.
A descoberta pode ajudar a desenvolver tratamentos para o transtorno, que afeta 1% da população, tanto nos Estados Unidos como no Brasil.
Curso especial 8 de maio 2010 :: Universo Autista
(voltado à criança dentro do espectro autista)
* UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DA PSICOMOTRICIDADE DENTRO DA PERSPECTIVA ABA *
Dia: 08/05/2010
Carga horária total do curso: 10 horas
Conteúdo do curso
:: Os sistemas neurológicos
:: Sistema piramidal, extrapiramidal e cerebelar (responsável pelos movimentos)
:: Sistema límbico (responsável pela motivação do indivíduo na interação com o
ambiente externo)
:: O processo maturacional do corpo.
:: Como o corpo dá origem às aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas
Processo de alfabetização
:: Aspectos psicomotores que interferem nesse processo
:: Atividades que promovem o desenvolvimento psicomotor
:: Como alfabetizar a criança com desenvolvimento atípico
:: A importância da organização psicoafetiva
:: Acolhimento através de adaptações no ambiente
:: Quais adaptações utilizar?
Intervenção precoce
:: Qual a importância da Psicomotricidade?
:: Como utilizar a Psicomotricidade na educação infantil?
:: Como auxiliar no desenvolvimento da criança?
:: O passo-a-passo do processo de aprendizado e a Hierarquia de experiências
:: Prognóstico com intervenção precoce
As sensações na clínica psicomotora do autismo
:: Quais são?
:: Qual sua importância?
:: Aprenda atividades que favoreçam a integração das sensações, melhorando o
comportamento geral da criança
:: O brincar
:: A interpretação do brincar
:: Os Fundamentos
:: Como estimular a brincadeira em crianças com desenvolvimento atípico
:: Utilização de jogos e brincadeiras – estruturadas para engajamento das atividades
:: Quais são as melhores brincadeiras?
Palestrante Helena Fagundes Gueiros
Fisioterapeuta e terapeuta comportamental, pós graduada em psicomotricidade.
Especialista em Psicomotricidade dentro de um programa ABA e Psicomotricista
responsável do centro de análise do comportamento do estado RJ
Valor da Inscrição : 105,00
(parcelamento : até 12x no cartão) e valor de 95,00 para grupos acima de 3 pessoas)
Inscrições pelo site:
www.universoautista.com.br/curso
Telefone (12) 3021-0996 falar com Herika.
LOCAL : Dala de Conferencia BELVALE ( Hotel Shelton Inn )
CIDADE: São José dos Campos – SP
DIAS : 8 de maio de 2010. DAS 8 ÀS 18:00
PUBLICO ALVO: FISIOTERAPEUTAS, T.Os, PEDAGOGOS, FONOAUDIÓLOGOS,
NEUROPEDIATRAS, PSICÓLOGOS, FACILITADORES E FAMILIARES
Telefone para contato: (12) 3021-0996
1º Encontro Brasileiro para Pesquisa em Autismo

Porto Alegre - RS :: 22, 23 e 24 de abril de 2010
:: Haverá tradução simultânea
Quinta – 22 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)
08:30 - Newra Rotta (UFRGS) - “O desafio do diagnóstico precoce”
09:10 - Carlos Gadia (USA) - “Challenges in psychopharmacotherapy”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “ProTID: experiência clínica”
11:10 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “ProTID: experiência na pesquisa experimental”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Lavínia Faccini (UFRGS)
14:00 - José Salomão Schwartzman (UPM - SP) - “Cérebro, gênero e autismo”
14:40 - Eric Fombonne (Canada) - “Epidemiology of autism”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Décio Brunoni (UPM-SP) - “Aspectos genéticos no autismo”
16:40 - Roberto Tuchman (USA) - “Delineating the autism spectrum disorders”
17:20 - Discussão
17:40 - Encerramento
Sexta – 23 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Cleonice Bosa (UFRGS)
08:30 - Ana Ferraz (MS - Brasil) - “Autismo e o SUS”
09:10 - Martinha Dutra dos Santos (MEC - Brasil) - “Autismo e Educação”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Andy Shih (USA) - “The Autism Speaks’s contributions and opportunities”
11:10 - Roberto Tuchman (USA) - “Autism and epilepsy”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Cristiane S. Paula (UPM)
14:00 - Márcia T. Pauluci (AMA) - “A Associação de Amigos do Autista”
14:40 - Marcelo Goldani (UFRGS) - “DOHaD e autismo”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Cristiane S. Paula (UPM - SP) - “A produção brasileira em Transtornos do Espectro Autista e os desafios para realização de pesquisas no Brasil”
16:40 - Eric Fombonne (Canadá) - “Clinical challenges in autism”
17:20 - Discussão
17:40 - Encerramento
Sábado – 24 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Carmem Gottfried (UFRGS)
08:30 - Carolina Lampréia (PUC-RJ) - “Identificação precoce do autismo”
09:10 - César de Moraes (UNICAMP) - “Autismo e comportamentos repetitivos”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”
11:10 - Carlos Maragotto (Cuba) - “Tratamento do autismo em Cuba”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)
14:00 - José Ferreira Belisário Filho (UFMG) - “Inclusão do aluno autista”
14:40 - Carlos Gadia (USA) - “Aprendizagem e autismo”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Fernanda Fernandes (USP) - “Caracterização da linguagem no autismo”
16:40 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Neurobiologia do autismo”
17:20 - Discussão
17:40 - Fundação da Sociedade Brasileira para Pesquisa em Autismo (SBPA)
18:00 - Encerramento do Evento
Evento paralelo: Encontro com a comunidade
Sábado - 24 de abril
:: Manhã
08:00 - Rudimar Riesgo (UFRGS) - “Aspectos neurobiológicos do autismo”
09:00 - Carlos Gadia (USA) - “Autismo nos Estados Unidos”
10:00 - Intervalo
10:20 - Cristiane Paula (Mackenzie) - “Epidemiologia e Caracterização Clínica do Autismo ao redor do mundo”
11:20 - Andy Shih (USA) - “Autism Speaks: contribuições e oportunidades”
12:20 - Almoço
:: Tarde
13:00 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “Pesquisas em laboratório para autismo”
14:00 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”
15:00 - Intervalo
15:20 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “Diagnóstico precoce do autismo”
16:20 - Lavínia Faccini - “Aspectos genéticos do autismo”
17:20 - Encerramento do Evento com a Comunidade
Rudimar Riesgo (UFRGS)
:: Comissão Organizadora:
Fonte :: http://caminhosdoautismo.blogspot.com/search/label/CONGRESSO
Células tronco x Autismo :: Experiência 01
Idade :: 06
País :: Estados Unidos
Diagnóstico: Autismo
Razão para fazer o tratamento :: Marcos foi diagnosticado com autismo em 2004. Ele era uma criança saudável até cerca de 18 meses de idade. 12 horas depois de ter recebido uma vacina MMR, ele parou de comer, de se comunicar e manter contato visual. A esperança da família de Mark são melhorias em sua comunicação verbal.
Tratamento: (26 de Junho de 2007) 5 injeções de células tronco. (24 de Julho de 2007) 3 injeções lombares, 3 IDV's. Ambas incluiram fisioterapia.
Início do tratamento :: 26 de Junho de 2007
Antes do tratamento: Mark demonstrava anomalias mentais e cognitivas, especificamente atraso na fala e interação social, manifestado em hiperatividade ou desobediência. Seu estado de desenvolvimento mental era comparável com a de uma criança de 3 ou 4 anos de idade. Veja o vídeo (em inglês): Entrevista Pré-Tratamento (26 de Junho de 2007); Processo Cognitivo (28 de Junho de 2007)
Depois do tratamento: (5 de Julho de 2007) Depois de dez dias, Mark apresentou melhora comportamental. Ele conseguia se sentar com calma e se engajar sem demora em conversas simples. Sua capacidade de comunicação também aumentou e agora ele fala com mais freqüência e de forma coerente. Mark parece mais confortável na frente da câmera, na entrevista pós-tratamento, o que é um sinal promissor de melhora.
Veja o vídeo (em inglês): Entrevista Pós-Tratamento (5 de Julho de 2007) (24 de Julho de 2007)
A interação social de Marcos mostrou vastas melhorias. Ele tornou-se muito confortável na presença de multidões. Sua mãe diz que ele agora 'procura por outras crianças,' e que 'Agora ele tem uma vida social '. O comportamento de Mark também melhorou. Ele não perde mais a calma espontaneamente, como visto nas fases anteriores do tratamento. Mais importante ainda, a comunicação de Marcos e sua competência linguística mudaram profundamente. Ele consegue conversar sem parar e sua fala se tornou mais clara '100% ', o que, consequentemente, é o que lhe permite mostrar essa melhoria da socialização.
Veja o vídeo (em inglês): Entrevista Pós-Tratamento 2 ( 24 de Julho de 2007)
Fonte :: http://tratamentocomcelulastronco.com/