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35 anos, carioca e mãe do João Victor (11 anos e autista)
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terça-feira

7 coisas que você não sabe sobre “pais especiais”

Fonte :: http://lagartavirapupa.com.br/blog/7-coisas-que-voce-nao-sabe-sobre-pais-especiais/

Muito tocante e verdadeiro. Tenho que confessar que me identifiquei com vários pontos, mesmo sabendo que a deficiência do filho dela é bem mais grave que o autismo.

Espero que vocês gostem!

Em tempo: estou devendo umas respostas de emails. Prometo que respondo tudo hoje! Andei em uma fase meio puxada de trabalho, mas nunca vou deixar o blog de lado!

7 coisas que você não sabe sobre “pais especiais”

Estima-se que 6 milhões de crianças nos Estados recebem educação especial, de acordo com o Departamento Americano de Educação. Uma em cada 10 crianças abaixo dos 14 anos tem algum tipo de necessidade especial, o que inclui qualquer deficiência física, cognitiva ou médica, ou doenças crônicas ou que ameaçem a vida.

Meu filho de 3 anos, Jacob, é uma delas.

Ele tem Síndrome do Cromossomo 18. O Cromossomo 18 tem várias síndromes conhecidas, incluindo a do Anel 18 e a bem conhecida Trissomia 18 (que afeta a filha do Rick Santorum, Bella). Meu filho tem a mais rara delas, a 18q. Apenas 1 em cada 40 mil americanos tem a síndrome do 18q, o que significa que menos de 7800 americanos são afetados por essa disordem.

Por causa dessa síndrome, Jacob tem tido sérios problemas médicos e de desenvolvimento. Ele teve que fazer cirurgia cardíaca, cirurgia renal, broncoscopias e endoscopias, dormia com um tubo de oxigênio, já fez inúmeros exames médicos e viu vários especialistas. Temos entrado e saído de hospitais e consultórios médicos desde que ele tinha 3 meses de idade. Ele também tem atrasos severos do desenvolvimento e faz fono, terapia ocupacional, fisioterapia e terapia comportamental.

Criar uma criança com qualquer síndrome, condição ou necessidade especial é, ao mesmo tempo, uma bênção e um desafio. Um desafio por motivos óbvios, e uma bênção porque você não sabe realmente o que são vitória e alegria até você ver seu filho superar algumas dessas dificuldades (algumas vezes, sorrindo felizão).

Provavelmente, você conhece algum “pai ou mãe especial”, ou você pode ser um. Como uma mãe especial, eu normalmente não compartilho meus sentimentos sobre essa faceta da minha vida nem mesmo com meus amigos mais próximos, então, eu decidi compilar uma lista aqui com o objetivo de construir compreensão. Não pretendo falar por cada pai ou mãe especial que haja por aí, mas pelos que eu conheço, algumas coisas aqui são bem universais. Se eu me esqueci de alguma coisa, por favor, deixe um comentário abaixo.

1. Eu estou cansada. Ser mãe e pai já é uma empreitada exaustiva. Mas ser pai ou mãe de uma criança com necessidades especiais leva as coisas a outro nível de fadiga. Por mais que eu tenha uma boa noite de sono ou tire um tempo de descanso, há um nível de cansaço emocional e físico que está sempre ali, que vem simplesmente com o peso de cuidar dessas necessidades especiais. Visitas a hospitais e médicos não ocorrem poucas vezes no ano, podem ser até várias vezes em um mês. Terapias podem ser diárias. Burocracias e contas fazem pilha, tempo livre é usado pesquisando por novos tratamentos, posicionando meu filho para sentar de uma certa forma, defendendo-o nos sistemas médicos e educacionais. E isso tudo sem mencionar a carga emocional de criar uma criança com necessidades especiais, já que os picos e vales nos parecem muito mais extremos. Sou sempre grata por qualquer ajuda dos amigos no sentido de facilitar minha vida, não importa quão pequena, desde organizar meus planos e agenda até olhar meu filho enquanto eu como.

2. Tenho inveja. Essa é difícil de dizer e assumir, mas é verdade. Quando eu vejo uma criança de 1 aninho fazer coisas que meu filho não pode fazer aos 4 (como andar), eu sinto uma pontada de inveja. Dói quando vejo meu filho lutar tanto para aprender a fazer algo que vem naturalmente para uma criança típica, como mastigar ou apontar. Pode ser difícil ouvir sobre as proezas dos filhos das amigas. Algumas vezes, eu só sofro por dentro pelo Jabob. “Não é justo”. E mais estranho ainda, eu posso até sentir inveja de outras crianças com necessidades especiais que parecem ter menos desafios que o Jacob, ou que tenham certos transtornos como Down, ou autismo, que são mais conhecidos e compreendidos pelo público em geral, e parecem ter mais suporte e recursos que a rara condição do Jacob. Parece pequeno e não diminui toda a minha alegria e orgulho com as realizações do meu filho. Mas, normalmente, é muito difícil, pra mim, estar perto de crianças típicas com ele. O que me leva a explicar o próximo ponto…

3. Me sinto sozinha. É solitário ser mãe de uma criança com necessidades especiais. Posso me sentir como uma estranha no meio de mães de crianças típicas. Ao mesmo tempo em que quero ficar feliz por elas, me sinto péssima ao ouvir elas se gabarem das 100 palavras que o filho de 2 anos fala, ou que ele já sabe o ABC (ou até faz cocô no penico). Bom pra elas, mas isso é tão diferente de como meu mundo se parece. Tem sido importantíssimo pra minha sanidade mental estar em contato com outras “mães especiais”, com quem não é desconfortável ou chocante trocar histórias sobre medicações, tubos alimentares, aparelhos para comunicação e terapias. Mesmo dentro dessa comunidade, no entanto, há tanta variação no nível de comprometimento de cada criança. Somente eu entendo a composição e os desafios específicos do Jacob. Com essa honra de ser responsável por ele vem a solidão desse papel. Eu, frequentemente, me sinto realmente sozinha.

4. Eu tenho medo. Eu me preocupo em não estar fazendo o suficiente. E se eu perdi um tratamento ou um diagnóstico e aquela janela de tempo ideal para tratar isso passou? Eu me preocupo com o futuro do Jacob, se ele um dia vai dirigir um carro, ou se casar, ou viver independentemente. Eu tenho medo de pensar em como ele vai se machucar na experiência de “ser diferente” em um mundo que é normalmente duro (sem mencionar que eu temo pela integridade física de qualquer pessoa que fizer meu filho sofrer). Eu tenho medo das finanças. Finalmente, eu tenho medo do que vai ser do Jacob se qualquer coisa acontecer a mim. Apesar disso, meu temores diminuíram substancialmente ao longo dos anos por causa da minha fé, e por causa do contato com outras crianças, adolescentes e adultos afetados pela síndrome do Jacob. Quando eu conheci algumas dessas pessoas incríveis em uma conferência no ano passado, a tristeza e o desespero que eu estava projetando para a vida futura do Jacob (porque era tão desconhecida) sumiram quando eu vi o amor e prosperidade que eram realidade nas suas vidas. O medo da dor emocional (pra mim e Jacob) é, provavelmente, o que permanece mais.

5. Eu gostaria que você parasse de dizer “retardado”, “mongol”, “desde que seja saudável”… Eu sei que as pessoas normalmente não tem a intenção de ser rudes com esses comentários, e eu provavelmente falei isso antes do Jacob nascer. Mas, agora, sempre que eu ouço isso, sinto uma pontada de dor. Por favor, pare de dizer essas coisas. É desrespeitoso e dolorido para aqueles que amam e criam as crianças de quem você está zombando (isso sem mencionar para as próprias crianças). E, como último comentário, “desde que seja saudável”, eu ouço várias mulheres grávidas dizerem isso. Não me entenda errado, eu compreendo e compartilho seus desejos de bebês saudáveis em cada nascimento, mas isso tem se tornado um mantra tão impensado durante a gravidez que pode parecer um desejo contra o que o meu filho é. “E se não for saudável?”. Eu quero perguntar. (Minha resposta: vai dar tudo certo. Você e seu filho ainda vão ter uma vida ótima).

6. Eu sou humana. Eu tenho sido desafiada e empurrada além dos meus limites na criação do meu filho. Cresci tremendamente como pessoa e desenvolvi um coração mais humano e uma empatia pelos outros de uma forma que eu jamais teria sem ele. Mas sou igual à mãe do lado em alguns sentidos. Às vezes, eu perco a paciência, meu filho me irrita, e algumas vezes eu quero só fugir para o spa ou ir às compras (e, hum, eu frequentemente faço isso). Eu ainda tenho sonhos e aspirações pessoais. Eu viajo, danço, estou escrevendo um livro, amo boa comida, falo sobre relacionamentos. Eu vejo Mad Men, e gosto de um bom suéter de cashmere. Algumas vezes, é bom escapar e falar de todas essas outras coisas. E, se parece que eu só falo desse outro lado da minha vida algumas vezes, é porque pode ser difícil falar sobre o meu filho. O que me leva ao ponto final…

7. Eu quero falar sobre o meu filho/ É difícil falar sobre o meu filho. Meu filho é a coisa mais inspiradora que aconteceu na minha vida. Tem dias em que eu quero gritar do topo do Empire State Building o quão divertido e fofo ele é, ou como ele realizou alguma coisa na escola (ele foi eleito, recentemente, presidente da classe!). Algumas vezes, quando estou tendo um dia difícil, ou acabei de descobrir outro problema de saúde ou desenvolvimento, eu posso não falar muito. Eu não compartilho com os outros frequentemente – mesmo amigos próximos e família – os detalhes do que eu passo com relação Jacob. Mas isso não significa que eu não quero aprender como compartilhar nossa vida com os outros. Uma coisa que eu sempre apreciei é quando as pessoas me perguntam algo mais específico sobre o Jacob, como “Jacob gostou do zoológico?”, ou “como está indo a coisa da linguagem de sinais com ele?”, ao invés de questões genéricas como “como está o Jacob?”, o que pode me fazer sentir tão sobrecarregada que eu só respondo “está bem”. Começar com os detalhes me dá uma chance de começar a compartilhar. E, se não estou compartilhando, não pense que não há várias coisas acontecendo sob a superfície, ou que eu não quero contar.

Criar uma criança com necessidades especiais mudou a minha vida. Eu cresci em uma família que valorizava performance e perfeição acima de tudo, e inconscientemente eu passei a julgar a mim mesma e aos outros por essa ótica. Nada muda mais essa ótica do que ter uma doce e inocente criança que nasceu com dificuldades que tornam a vida comum e a performance normal mais duras ou até impossíveis.

Isso me ajudou a entender que amor verdadeiro é conhecer alguém (criança ou adulto, com necessidades especiais ou não) exatamente onde ele ou ela está – sem se importar com como eles “deveriam” ser. Criar uma criança com necessidades especiais destrói todos os “deveria ser” que nós idolatramos e construímos nossa vida ao redor e coloca outra coisa no núcleo: amor e compreensão. Então, talvez isso me leve à última coisa que você, provavelmente, não sabe sobre um pai ou mãe especial…pode ser duro pra mim, mas eu me sinto, de muitas maneiras, realmente abençoada.

Link para o texto original em inglês: http://www.huffingtonpost.com/maria-lin/special-needs-parenting_b_1314348.html?ref=fb&src=sp&comm_ref=false


quinta-feira

AAPA Associação de Apoio a Pessoa Autista e Grupo Bate Papo Amigos dos Autistas



quarta-feira

ESTADO TERÁ CENTROS DE ATENDIMENTO PARA MENORES AUTISTAS

Crianças e adolescentes com deficiência mental e autismo poderão ganhar atendimento de ponta no Estado. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) acaba de garantir, por unanimidade, com 53 votos favoráveis, que o projeto de lei 689/11, vetado pelo governador, seja transformado em lei. A derrubada do veto tirará do papel os Centros de Reabilitação Integral voltados para estes menores. A proposta, do deputado Xandrinho (PV), prevê a criação de oito centros, em diferentes regiões do estado, com instalações físicas, equipamentos e área de reabilitação para atendimento de cada um dos casos. O autor salienta que o atendimento beneficiará famílias que não podem arcar com um atendimento adequado, muito caro. “E são crianças que precisam desse apoio para ajudá-las a desenvolver suas potencialidades. E estes tratamentos são muito caros”, salientou Xandrinho.

Os centros deverão dispor de atendimento médico neurológico, psiquiátrico, pediátrico e de acompanhamento pedagógico, psicológico, fonoaudiológico, fisioterapêutico e terapêutico ocupacional. Também estão previstos no texto os cuidados de enfermagem, atendimento odontológico e o serviço social.

As cidades que receberão os centros são Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; Itaperuna, na Região Noroeste; Campos dos Goytacazes, na região Norte; Cabo Frio, na Região das Baixadas Litorâneas; Petrópolis, na Serrana; Volta Redonda, na Centro Sul; Resende, na região do Médio Paraíba e Angra dos Reis, na Costa Verde. A principal fonte de custeio será o Sistema Único de Saúde (SUS), mas o projeto autoriza a celebração de convênios entre Estado, Governo federal, municípios e iniciativa privada. A proposta será promulgada nos próximos dias.

(texto de Fernanda Porto)

Fonte >> http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo.asp?num=41694


quinta-feira

II Curso Internacional de Tratamentos Biomédicos para Autismo: Aberto para Pais e Amigos do Autista



II CURSO INTERNACIONAL DE TRATAMENTOS BIOMÉDICOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO: UM EVENTO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE E ABERTO PARA PAIS E AMIGOS DO AUTISTA

VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!

Por que Participar?

Este encontro é dedicado a educar médicos e nutricionistas sobre as pesquisas biomédicas que foram apropriadamente testadas, e são intervenções seguras e efetivas para o espectro autista. Desde 1995 acontecem congressos bianuais nos EUA onde são mostradas e discutidas estratégias terapêuticas, que ainda são desconhecidas em nosso meio (veja o site www.autism.com)
O movimento de divulgação do tratamento biomédico no Brasil iniciou em 2007 e desde então tem acontecido congressos informativos sobre o tratamento biomédico para o Autismo e outros transtornos do desenvolvimento. Em 2008 tivemos o primeiro Curso Internacional para médicos e nutricionistas, realizado em São Paulo. Nos dias 13 e 14 de abril de 2012, faremos o segundo curso para médicos e nutricionistas com a presença de convidados internacionais: Dr. William Shaw, Ph.D. (USA) e o Dr. Luis Alberto Maya Pérez (Peru), e os palestrantes nacionais: Dr. Rogério Rodrigues Rita (Santa Catarina), Dra. Georgia Fonseca (Rio de Janeiro) e a nutricionista Maria Rosa Rodrigues (Santa Catarina). Estes ensinarão as bases científicas do tratamento biomédico e como ele é implementado na prática.
Queremos mostrar que o Autismo é tratável, e que a recuperação se torna possível com a associação de uma série de intervenções terapêuticas simultâneas o mais precoce possível.

Quem Deve Participar?

Médicos e Nutricionistas que queiram aprender como tratar o autismo usando o tratamento biomédico e uma abordagem integral de tratamento a criança autista. Esse tratamento já está sendo usado em mais de 90 países do mundo com grande sucesso, e agora você terá a chance de oferecer esperança as crianças autistas.
Esse curso médico é fundamental para profissionais que queiram trabalhar no diagnóstico e tratamento específico do autismo, pois teremos profissionais experientes que lhes passarão detalhes de como diagnosticar e tratar o espectro.
Embora seja um curso para médicos e nutricionistas, a participação estará aberta a outros profissionais da área, e pais de crianças autistas como ouvintes.

Quem Somos

Somos um grupo que, com ajuda do Laboratório Great Plains dos EUA (representado pelo site www.autismoinfantil.com.br), deseja divulgar a existência dos tratamentos biomédicos para o Autismo no Brasil. Para isto, vamos nos reunir neste evento que é continuação de um movimento para a divulgação de alternativas terapêuticas para o Autismo cuja eficácia já fora comprovada em outros países.
Com a intenção de formar um movimento nacional de conscientização destas opções, além de organizar este evento, pretendemos organizar cursos de formação para profissionais de saúde e um instituto de pesquisa que agregue a experiência nacional no tratamento do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Se você já experimentou o tratamento biomédico e gostaria de ajudar na divulgação desse trabalho, por favor indique profissionais que você sabe que podem participar ou que pode ajudar nesta divulgação. Você poderá estar ajudando centenas de pessoas na sua comunidade, comunicando que o autismo é tratável, e que quanto mais precoce for a intervenção biomédica maior será a esperança de recuperação para estas crianças.

Local do Evento
Auditório da Universidade Paulista (UNIP) - Campus Paraíso
Rua Vergueiro, 1211 - Paraíso - São Paulo - SP
CEP 01504-000 - Tel.: (11)2166-1000

Palestrantes

Dr. William Shaw PhD. (EUA)
Doutor em Bioquímica e Fisiologia Humana Certificado em Química Clínica e Toxicologia Dirigiu os departamentos de Endocronologia, Bioquímica Nutritiva, Toxicologia e Imunologia no Centro de Controle de Enfermidades, assim como nos laboratórios clínicos Smith Kline em Atlanta e no Hospital Children Mercy da Escola de Medicina na Universidade de Missouri. É o autor do livro “Tratamentos Biológicos do Autismo e PDD” traduzido a mais de 10 línguas e que tem ajudado na difusão dos tratamentos do espectro autista no mundo inteiro. É o diretor do Laboratório Great Plains, o qual especializa-se em testes para pessoas com autismo e transtornos relacionados.

Dr. Luis Alberto Maya Pérez (PERÚ)
Médico Cirugião. Facultade de Medicina de San Fernando da Universidad Nacional Mayor de San Marcos (UNMSM), Lima, Perú. Especialista em Medicina Interna, pós graduado pela UNMSM. Mestrado em Medicina com Mención pela Universidad Peruana Cayetano Heredia. Departamento de Medicina Interna do Hospital Nacional General Arzobispo Loayza, Lima. Clínica Médica MEDEX, Lima. Profesor das Faculdades de Medicina de San Fernando (UNMSM) e da Universidad Peruana de San Martín de Porres. Médico associado à Liga de Intervenção Nutricional Contra o Autismo e a Hiperactividade, e ao movimiento Defeat Autism Now! (DAN!) do Autism Research Institute (ARI) de San Diego, California.

Dr. Rogério Rodrigues Rita - (Florianópolis - SC)
Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina em 1987, fez residência em Clínica Médica no Hospital dos Servidores Governador Celso Ramos em Florianópolis, e fez especialidade em Terapia Intensiva.
Fez estágio em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias em São Paulo,
e pós-graduação em Homeopatia na Sociedade Gaúcha de Homeopatia em Porto Alegre.
Fez formação para tratamento biomédicos para autismo no Autism Research Institute (Protocolo DAN), nos EUA.
Trabalha em Florianópolis em sua clínica com homeopatia, práticas ortomoleculares e psicossomática e nos últimos 3 anos está usando os tratamentos biomédicos para o tratamento do autismo.

Dra. Geórgia M. de Meneses Fonseca (Rio de Janeiro, RJ) – CRM 52-48545-8
- Pediatra e Homeopata. - Membro Diretor da Federação Brasileira de Homeopatia - Médica Pediatra da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. - Membro do Programa Estadual de Homeopatia do Rio de Janeiro - Pesquisadora em Autismo da Federação Brasileira de Homeopatia. - Mãe de uma criança de 10 anos com autismo. - Desenvolvendo pesquisa pela Federação Brasileira de Homeopatia em remédios homeopáticos aplicáveis ao auxílio do desenvolvimento cognitivo-motor de pacientes autistas. - Autora do primeiro trabalho em autismo e homeopatia com uso de avaliação reconhecida internacionalmente para autismo : "Effect of the Homeopathic Medication on the cognitive ando motor performance of Autistic Children - International Journal of High Dilution Research,v7,issue23, p20-27-June 2008.

Maria Rosa Etcheverry C. Rodrigues (Florianópolis - SC)
Nutricionista, formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional / Divisão de Ensino e Pesquisa. Dedicou seu trabalho de conclusão de curso no estudo da nutrição relacionada ao autismo.
Atendimento em consultório na área de nutrição clínica. Há 2 anos vem trabalhando com dietas no tratamento biomédico do autismo.





Sincronia fraca entre neurônios pode ser a causa do autismo, diz estudo

23/06/2011 07h00 - Atualizado em 23/06/2011 07h00

Sincronia fraca entre neurônios pode ser a causa do autismo, diz estudo
Descoberta ainda precisa de mais pesquisas para ser confirmada.
Diagnóstico pode passar a ser feito a partir de um ano de idade.

Do G1, em São Paulo

Um estudo feito com mapeamento de imagens do cérebro identificou um novo marcador para identificar o autismo, que pode se tornar uma forma de diagnosticar a síndrome mais cedo. A descoberta mostrou que o cérebro das crianças com autismo tem menos ligações entre os dois hemisférios.

Nos dois lados do cérebro, há áreas relacionadas à linguagem. A pesquisa associou a força da sincronização entre essas partes à capacidade de comunicação. Quanto mais fraca a ligação, maiores as dificuldades apresentadas pela criança.

O autismo é uma desordem que evolui com o tempo. Hoje, o diagnóstico é baseado apenas em observação comportamental e só pode ser feito após os três anos. Caso estudos futuros confirmem a recente descoberta, o diagnóstico já poderá ser feito a partir de um ano, com exames de ressonância magnética do cérebro. Naturalmente, a detecção precoce auxiliaria o tratamento.

“Num cérebro normal, neurônios de áreas separadas pertencentes a um sistema com uma função particular, como visão ou linguagem, ficam sempre em sincronia, mesmo durante o sono. Nosso estudo mostra que, na maioria dos bebês com autismo, essa sincronia é significativamente mais fraca nas áreas responsáveis pelas capacidades de linguagem e comunicação”, afirmou Ilan Dinstein, um dos autores da pesquisa.

Dinstein é pesquisador do Instituto Weiszman, de Rehovot, Israel, e faz parte também de um grupo de estudos sobre autismo da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA. O artigo foi publicado pela revista médica “Neuron”.

Cientistas brasileiros consertam 'neurônio autista' em laboratório

11/11/2010 15h00 - Atualizado em 12/11/2010 12h04

Cientistas brasileiros consertam 'neurônio autista' em laboratório
Ainda falta muito para recuperar cérebro inteiro, diz pesquisador.
Estudo mostra base biológica de doença altamente estigmatizada.

Do G1, em São Paulo

O biólogo molecular e colunista do G1 Alysson Muotri e cientistas brasileiros conseguiram transformar neurônios de portadores de um tipo de autismo conhecido como Síndrome de Rett em células saudáveis. Trabalhando nos Estados Unidos, os pesquisadores mostraram, pela primeira vez, que é possível reverter os efeitos da doença no nível neuronal, porém os remédios testados no experimento, realizado em laborátorio, ainda não podem ser usados em pessoas com segurança.

Muotri, pós-doutor em neurociência e células-tronco no Instituto Salk de Pesquisas Biológicas (EUA) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, trabalhou com os também brasileiros Cassiano Carromeu e Carol Marchetto. O estudo sai na edição de sexta-feira (12) da revista científica internacional “Cell”.

Para analisar diferenças entre os neurônios, a equipe fez uma biópsia de pele de pacientes autistas e de pessoas sem a condição. Depois, reprogramou as células da pele em células de pluripotência induzida (iPS) – idênticas às células-tronco embrionárias, mas não extraídas de embriões. “Pluripotência” é a capacidade de toda célula-tronco de se especializar, ou diferenciar, em qualquer célula do corpo.

A reprogramação genética de células adultas é feita por meio da introdução de genes. Eles funcionam como um software que reformata as células, deixando-as como se fossem de um embrião. Assim, as iPS também podem dar origem a células de todos os tipos, o que inclui neurônios.

Como os genomas dessas iPS vieram tanto de portadores de autismo como de não portadores, no final o trio de cientistas obteve neurônios autistas e neurônios saudáveis.

Identificados os defeitos, o trio experimentou duas drogas para “consertar” os neurônios autistas: fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1, na sigla em inglês) e gentamicina. Tanto com uma substância quanto com a outra, os neurônios autistas passaram a se comportar como se fossem normais.

“É possível reverter neurônios autistas para um estado normal, ou seja, o estado autista não é permanente”, diz Muotri, que escreve no blog Espiral. “Isso é fantástico, traz a esperança de que a cura é possível. Além disso, ao usamos neurônios semelhantes aos embrionários, mostramos que dá para fazer isso antes de os sintomas aparecerem.”

Os resultados promissores, porém, configuram o que é chamado no meio científico de “prova de princípio”. “Mostramos que a síndrome pode ser revertida. Mas reverter um cérebro inteiro, já formado, vai com certeza ser bem mais complexo do que fazer isso com neurônios numa placa de petri [recipiente usado em laboratório para o cultivo de micro-organismos]”, explica o pesquisador.

Entre as barreiras que impedem a aplicação prática imediata da descoberta está a incapacidade do IGF-1 de chegar ao alvo. “O fator, quando administrado via oral ou pela veia, acaba indo muito pouco ao cérebro. Existe uma barreira [hematocefálica] que protege o cérebro, filtrando ingredientes essenciais e evitando um ataque viral, por exemplo. O IGF-1 é uma molécula grande, que acaba sendo filtrada por essa barreira”, afirma Muotri. “Temos de alterar quimicamente o IGF-1 para deixá-lo mais penetrante.” Além disso, tanto o fator quanto a gentamicina são drogas não específicas, portanto causariam efeitos colaterais tóxicos se aplicadas em tratamentos com humanos.


Síndrome de Rett
O foco do estudo foi a chamada Síndrome de Rett, uma doença neurológica que faz parte do leque dos autismos. “Leque” porque o autismo não é uma doença única, mas um grupo de diversas enfermidades que têm em comum duas características bastante conhecidas: deficiências no contato social e comportamento repetitivo.
No caso dos portadores de Rett, há um desenvolvimento normal até algo em torno de seis meses a um ano e meio de idade. Mas então começa uma regressão. Além das características autistas típicas, neste caso bem acentuadas, eles vão perdendo coordenação motora e rigidez muscular.

Essa síndrome foi escolhida para o trabalho de Muotri, Carromeu e Marchetto porque tem uma causa genética clara – mutações no gene MeCP2 – e porque afeta os neurônios de forma mais acentuada, facilitando comparações e verificações de reversão.

“Talvez a implicação mais importante desse nosso trabalho é o fato de que os neurônios derivados de pessoas com autismo mostraram alterações independentemente de outros fatores. Isso indica que o defeito foi autônomo. Por isso, esse dado deve contribuir para reduzir o estigma associado a doenças mentais”, comemora Muotri. “Você não fica autista porque sua mãe não te deu o amor necessário ou porque seus pais foram ruins.”
Utilidade das iPS

Lygia da Veiga Pereira, doutora em Ciências Biomédicas e chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP, saudou a pesquisa: "É mais um trabalho que mostra a enorme utilidade das células iPS, não como fonte de tecido para terapia celular, mas como modelo para pesquisa básica, para entender os mecanismos moleculares por trás de diferentes doenças que tenham forte base genética."

Lygia faz uma ressalva sobre as características muito específicas da Síndrome de Rett. Como a disfunção é exclusivamente associada a uma mutação genética, ficam de fora os fatores ambientais que desencadeiam o autismo.

Ainda segundo a especialista, os resultados obtidos por Muotri também realçam "o que brasileiros podem fazer trabalhando com infraestrutura e agilidade para conseguir reagentes, por exemplo, e interagindo com uma comunidade científica de grande massa crítica".

Falsa psicóloga será indiciada por crime de tortura no RJ, diz polícia

05/05/2011 14h17 - Atualizado em 05/05/2011 14h20


Delegado afirma que marido dela será indiciado por ajudar em crimes.
Ela vai responder também por estelionato e exercício ilegal da profissão.

A falsa psicóloga presa na semana passada no Rio vai responder pelo crime de tortura. O delegado Maurício Luciano Almeida e Silva, responsável pelo caso, afirmou nesta quinta-feira (5) que, segundo relatos de testemunhas, a suspeita usava tratamentos agressivos para fazer com que as crianças autistas que travava se alimentassem. Ela foi solta no último sábado (30), três dias depois de sua prisão.
“Ela dispensava um tratamento de intervenção familiar que não é correto. Terapeutas relataram em depoimento que ela imobilizava as crianças, amarrando pernas e braços para fazer com que elas comessem. Em alguns casos, cobria a boca das crianças para que elas não cuspissem a comida”, descreveu o delegado. A falsa psicóloga tratava de crianças autistas em um centro de tratamento especializado. Além do crime de tortura, a suspeita será indiciada por estelionato, propaganda enganosa e exercício ilegal da profissão.
De acordo com o delegado, o marido da falsa psicóloga também será indiciado pelos mesmos crimes que a mulher. “Ele será indiciado pois sabia que ela não era psicóloga e a ajudava a cometer esse crime. Ele era gerente financeiro, contador da clínica”, explicou.
Convênio com a Marinha
A polícia investiga ainda se a falsa psicóloga já teve convênio com o setor de saúde da Marinha. A denúncia veio de pais de um paciente que teriam usado o serviço para tratar o filho. Procurada pelo G1, a Marinha confirmou o convênio e afirmou que ela foi descredenciada em 2010.

Além de muitos pais, alguns ex-funcionários também foram ouvidos. “Muita coisa era só fachada. Os profissionais de lá não tinham vinculo empregatício e, como terapeutas, usavam métodos poucos ortodoxos, como colocar a comida à força na boca da criança. Estamos chamando os pais e, a partir destes depoimentos, a gente descobre os funcionários. Alguns não tinham formação para atuar como atuavam, mas não temos ainda elementos que afirmem que eles sabiam que ela não era psicóloga”, explica o delegado.
O propósito era que as crianças não melhorassem, disse funcionária
Ainda de acordo com Maurício Luciano, uma das funcionárias interrogadas chegou a dizer em depoimento que “sentia que o propósito era que as crianças não melhorassem e que os pais se eternizassem pagando as consultas”. Num outro depoimento, uma ex-funcionária contou que havia sido colega de faculdade da estelionatária e que acreditava que ela havia se formado.
“Cada um dos casos vai gerar um procedimento na Justiça”, afirma o delegado, que aguarda a decisão da Justiça sobre o bloqueio de bens da falsa psicóloga. “O objetivo é que ela não possa usufruir do dinheiro que auferiu mediante a fraude. A gente está juntando provas e indícios de crimes para verificar, para ver se pedimos uma nova prisão”, completa ele.
Entenda o caso
A falsa psicóloga foi presa em flagrante, na tarde de quarta-feira (27), atendendo um paciente em Botafogo, na Zona Sul, onde funcionava um centro de tratamento especializado fundado por ela. De acordo com as investigações, ela não possui graduação em curso superior, nem especialização em psicologia.

Segundo a polícia, ela atuava há 12 anos e atualmente ‘tratava’ cerca de 60 pacientes. Imagens feitas no centro de tratamento mostram a suspeita conversando com uma delegada, pensando se tratar da mãe de um futuro paciente.
A fraude foi descoberta por Andréia e o marido, Gilson Moreira, que desconfiou quando pediu recibos para declarar as despesas no imposto de renda.
De acordo com a polícia, ela cobrava, em média, R$ 90 por hora. Na delegacia, segundo a polícia, a falsa psicóloga disse informalmente só ter cursado dois períodos da faculdade de psicologia.


Atuava há 12 anos atendendo crianças autistas

28/04/2011 08h46 - Atualizado em 28/04/2011 08h46
‘Estou chocada’, diz mãe de paciente de falsa psicóloga presa no RJ
Segundo a polícia, ela atuava há 12 anos atendendo crianças autistas.

Casal fez denúncia ao desconfiar de recibo pedido para imposto de renda.

“Estou indignada, chocada, decepcionada, descrente.” Foi assim que Andréia Ribeiro, mãe de uma das crianças vítimas da falsa psicóloga presa no Rio, definiu como foi descobrir que a mulher que dizia tratar há 10 meses de seu filho autista era uma estelionatária.
A mulher foi presa em flagrante, na tarde de quarta-feira (27), atendendo um paciente em Botafogo, na Zona Sul, onde funcionava um centro de tratamento especializado fundado por ela. De acordo com as investigações, ela não possui graduação em curso superior, nem especialização em psicologia.

Segundo a polícia, ela atuava há 12 anos e atualmente ‘tratava’ cerca de 60 pacientes. Imagens feitas no centro de tratamento mostram a suspeita conversando com uma delegada, pensando se tratar da mãe de um futuro paciente. “Ela disse, sem conhecer a criança e sem ver, que era uma criança autista e precisaria do tratamento máximo, com três horas diárias“, conta a delegada Patrícia Aguiar, da Delegacia do Consumidor (Decon).

A fraude foi descoberta por Andréia e o marido, Gilson Moreira, que desconfiou quando pediu recibos para declarar as despesas no imposto de renda. “Conflitou o primeiro número verbal e o segundo, já estabelecido no recibo dela. Aí eu procurei o CRP (Conselho Regional de Psicologia) e, nesse momento, a gente conseguiu detectar que ela não era psicóloga”, lembra ele.

“Sempre fomos muito bem tratados e nunca desconfiei de nada“, conta Luis Romero, pai de uma outra vítima.
Consulta de R$ 90 por hora

De acordo com a polícia, ela cobrava, em média, R$ 90 por hora. Na delegacia, segundo a polícia, a falsa psicóloga disse informalmente só ter cursado dois períodos da faculdade de psicologia. A suspeita será indiciada por estelionato, propaganda enganosa e exercício ilegal da profissão.

sábado

Dia Mundial do Autismo



Contato

Amigos,

meu e-mail para contato mudou.

Segue meu novo e-mail :: danidavegna@hotmail.com

Obrigada,
Danielle C Davegna
domingo

Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.

Os pesquisadores coletaram células de crianças com e sem a doença. O resultado de testes, com diversos remédios, criou a esperança de que o autismo pode ser curado.




Edição do dia 12/11/2010

12/11/2010 20h46 - Atualizado em 12/11/2010 20h46

Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.
Os cientistas testaram um remédio que deixou normal um neurônio de uma criança autista.


O Jornal Nacional noticiou nesta quinta uma descoberta promissora para as pessoas que têm autismo: uma disfunção que afeta a capacidade motora, de comunicação e de relacionamento do ser humano. Nesta sexta, o correspondente Rodrigo Bocardi conversou com o cientista brasileiro que chefiou a pesquisa para saber mais sobre essa descoberta.

A criança não se comunica direito. O convívio com as pessoas é limitado. E quando os pais se dão conta, percebem que o filho é portador de um transtorno neurológico: o autismo.

A doença até hoje se mostrou incurável e fez muitos pais se cobrarem achando que não deram o amor necessário ao filho. De San Diego, na Costa Oeste dos Estados Unidos, o pesquisador Alysson Muotri contesta.

"O estigma não deve existir mais. Não é culpa dos pais. Isso é um problema genético e a gente tem que trabalhar em cima disso".

Alysson chegou a essa conclusão depois de coordenar um estudo com mais dois brasileiros, Cassiano Carromeu e Carol Marchetto, na Universidade da Califórnia.

Para entender o cérebro de um autista, eles coletaram pedaços de pele de quatro crianças com a doença e de cinco sem. No laboratório, separaram as células da pele e as reprogramaram para se tornar neurônios.

Resultado: viram que os núcleos das células de crianças com autismo eram maiores e as ramificações de ligação com outros neurônios eram mais curtas e em menor número do que nas crianças sem o transtorno.

O próximo passo foi tentar resolver os problemas dos neurônios com sinais da doença. Os pesquisadores recorreram a diversos remédios. Um deles funcionou, deixou o neurônio normal. Isso deu esperanças de que o autismo possa ser curado.

Se foi possível alterar uma célula, é possível alterar todos os neurônios do cérebro, dizem os pesquisadores.

A questão é que o remédio foi eficiente para tratar uma célula em laboratório. Em doses maiores traz efeitos colaterais graves.

"O grande desafio agora é fazer uma triagem de novas drogas na esperança de conseguir descobrir um novo remédio que seja menos tóxico e que seja muito mais efeito do que o que a gente tem como prova de princípio hoje. Mas tudo pode acontecer. Pode ser que a gente tenha uma descoberta fenomenal e as coisas acelerem muito mais", finalizou Alysson.


segunda-feira

Você sabia?



No dia 27 de setembro de 2010 meu filho recebeu mais um laudo de autismo, dessa vez pelo órgão público através do Instituto Fernandes Figueira localizado no bairro do Flamengo no RJ pelo Dr. Adaílton. Com esse laudo eu tinha certeza que conseguiria o tratamento individual dentro da ABBR (Jardim Botânico,RJ), pois bem, pensei errado.
Em 01 de novembro de 2010 meu filho esteve com a neuropediatra da ABBR, Dra. Magda e lá ela me disse que a ABBR não faz mais trabalhos individuais somente coletivo. Como já se sabe...autistas não podem ser tratados com outros autistas ou qualquer outra síndrome - somente individual.
Ela nos encaminhou para três (3) novos lugares o qual eu não fazia idéia que se tratava de autismo.
01 - Santa casa da misericórdia (setor de neuropsiquiatria), 02 - CEAD (estou tentando descobrir este lugar) e 03 - NAICAP (mais conhecido como Instituto Psiquiátrico Philippe Pinel).

E lá vou eu com mais uma tentativa.
Acho que nunca contei a trajetória com o JV aqui no blog, resolvi contar o último episódio porque me espantei ao ser encaminhada para o Pinel.
Me desejem boa sorte! =)


sábado

Curso em 27 11 2010

Recebi por e-mail ...

***
Aprenda a observar os comportamentos autísticos em variadas situações, visando ao levantamento de um perfil e ao planejamento de recursos e alternativas de trabalho.

Data do curso: 27 de novembro 2010

A grande queixa das pessoas envolvidas com crianças com autismo é a falta de informaçõessobre como realizar as adaptações curriculares, como aplicar os procedimentos de ensino e como incluir, estas crianças na rede de ensino, Esse curso pretende discutir as necessidades educacionais especiais do aluno com autismo segundo as particularidades do pensamento concreto, oferecendo alternativas de trabalho para a inclusão.

Público alvo : Professores, Psicopedagogos, Pedagogos, facilitadores, psicólogos, neuropsicólogos, familiares etc ....

Conteúdo:

- Perfil de aprendizagem do aluno com autismo
- Condições de ensino e recursos de acesso ao currículo
- Realidade inclusiva do novo milênio.
- Uma nova visão do atendimento escolar para crianças com autismo:
- a relação entre Atendimento Educacional Especializado (AEE)
- e o Modelo Generalista
- Capacitar profissionais na observação de comportamentos autisticos em situações variadas visando o levantamento de um perfil e o planejamento de recursos e alternativas de trabalho
-Apresentar estratégias de comportamentos adequados.

Parte final do curso:

MESA REDONDA ( das 17:00 as 18:00)

Traga suas dúvidas!!!
Pense em sua atuação! faremos uma pausa final para perguntas e respostas sobre as estratégias de trabalho e dificuldades comportamentais. Serão analisados casos específicos e apresentadas propostas de intervenção que serão compartilhadas pelo grupo.


Inscrições:

Valor da inscrição: 105,00 (até 10x no cartão(opção somente pelo site)

Inscrições pelo site: www.universoautista.com.br/curso ou pelo telefone: (12) 3021-0996

Carga Horária: 10Hs


Palestrante: Maria Elisa Granchi Fonseca

Psicóloga graduada pela PUCCAMP; Especialista em Didática do Ensino Superior pela FEAP

Mestre em Educação Especial pela UFSCAR; Formação no Programa TEACCH pela University of North Carolina at Charlotte-USA; Arteterapeuta pelo NAPE São José dos Campos-SP
Coordenadora do CEDAP da APAE de Pirassununga,SP; Consultora na área do autismo

Professora Universitária

Festa da Família / 18 de Setembro de 2010


Vídeo 01 : Apresentação somente com a turminha




Vídeo 02 : A apresentação foi um sucesso e os demais amigos da escola pediram para cantar e dançar tambem. Segunda apresentação...

Apresentação na Festa da Família, realizada pela escola do JV.

Este é meu filhote, autista, com 05 anos de idade!
E ele..ADORA Luan Santana!

OBS :: JV participa desde pequeno de todos os eventos escolares, sobre os palcos sem apresentar qualquer tipo de rejeição.
quarta-feira

I Encontro Nacional


I ENCONTRO NACIONAL DE TRATAMENTOS PARA AUTISMO E OUTROS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO: INTEGRAÇÃO DO TRATAMENTO BIOMÉDICO, NUTRICIONAL, TERAPÊUTICO E PEDAGÓGICO

Este encontro é dedicado a educar médicos, terapeutas, pais, profissionais de saúde ou pessoas que se interessem e queiram aprender sobre as pesquisas do tratamento biomédico. Trata-se de intervenções seguras e efetivas para o espectro autista, e que já foram apropriadamente testadas. Desde 1995 acontecem congressos bianuais nos EUA onde são mostradas e discutidas estratégias terapêuticas, que ainda são desconhecidas em nosso meio. (veja o site www.autism.com e www.defeatautismnow.com).
O movimento do tratamento Biomédico no Brasil teve início em 2007, onde anualmente tem acontecido congressos informativos e de treinamento para o tratamento eficiente do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Nos dias 15 e 16 de Outubro de 2010, faremos um congresso completo unindo o tratamento biomédico a terapia nutricional, junto com as várias formas terapêuticas e pedagógicas, fornecendo uma visão completa de como o tratamento biomédico pode ser agregado a outros tratamentos para que a criança autista ou que tenha outro transtorno de desenvolvimento alcance o máximo de seu potencial.
Queremos mostrar que o Autismo é tratável, e que a recuperação se torna possível com a associação de uma série de intervenções terapêuticas simultâneas o mais precoce possível.

Quem Somos

Somos um grupo que, com ajuda do Laboratório Great Plains dos EUA (representado pelo site www.autismoinfantil.com.br), deseja divulgar a existência dos tratamentos biomédicos para o Autismo no Brasil. Para isto, iremos nos reunir neste evento, o que dará início a um movimento para a divulgação de alternativas terapêuticas para o autismo. A eficácia do tratamento biomédico já foi comprovada em diversos outros países.
Com a intenção de formar um movimento nacional de conscientização destas opções, além de organizar este evento, pretendemos organizar cursos de formação para médicos e um instituto de pesquisa que agregue a experiência nacional no tratamento do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Se você já experimentou o tratamento biomédico e gostaria de ajudar na divulgação desse trabalho, por favor indique pessoas que você sabe que precisam de ajuda ou que pode ajudar nesta divulgação. Você poderá estar ajudando centenas de pessoas na sua comunidade, comunicando que o autismo é tratável, e que quanto mais precoce for a intervenção biomédica maior será a esperança de recuperação para estas crianças.

Quem Deve Participar?

Médicos, terapeutas e pais que queiram aprender como tratar o autismo usando o tratamento biomédico e uma abordagem integral de tratamento a criança autista. Esse tratamento já está sendo usado em mais de 90 países do mundo com grande sucesso, e agora você terá a chance de oferecer esperança as crianças autistas.
Será fundamental para pais e terapeutas que tenham vontade de renovar suas esperanças ouvindo palestras de renomados profissionais que já trabalham com o tratamento do Autismo. Este será um encontro introdutório e de divulgação destas novas idéias para os médicos. No futuro haverá um curso médico específico onde profissionais experientes lhes passarão detalhes de como diagnosticar e tratar o espectro autista aos médicos.

Onde?

Teatro da Universidade Paulista - Campus Indianópolis

Rua Dr. Bacelar, 1212 - Vila Clementino -
São Paulo - SP CEP 04026-002
Tel.: (11) 5586-4000 (11) 5586-4000

VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!

Clique aqui para se inscrever para o a I Jornada Nacional do autismo

segunda-feira

Escola de Pais e Educadores :: Nova Iguaçu


quarta-feira

...e passou no Jornal Nacional....alguma semelhança?

Edição do dia 27/04/2010

27/04/2010 21h52 - Atualizado em 27/04/2010 21h52

Pesquisa pode ajudar a desenvolver tratamento para TOC
Ratos se comportaram como os seres humanos que têm TOC quando os cientistas desativaram um gene específico


Pesquisadores americanos divulgaram um estudo sobre transtorno obsessivo compulsivo, conhecido como TOC. A pesquisa feita com ratos mostrou que ao desativar o gene S-L-I-T-R-K-5, os animais passaram a ter um comportamento semelhante ao de seres humanos que apresentam a doença.

Os bichos apresentaram sintomas como ansiedade extrema e repetição de movimentos, como o de se limpar o tempo todo.

A descoberta pode ajudar a desenvolver tratamentos para o transtorno, que afeta 1% da população, tanto nos Estados Unidos como no Brasil.

Fonte :: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/04/pesquisa-pode-ajudar-desenvolver-tratamento-para-toc.html


sexta-feira

Curso especial 8 de maio 2010 :: Universo Autista‏

APRENDA COMO APLICAR TÉCNICAS EDUCACIONAIS EESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO MOTOR, COGNITIVO E AFETIVO.
(voltado à criança dentro do espectro autista)

* UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DA PSICOMOTRICIDADE DENTRO DA PERSPECTIVA ABA *

Dia: 08/05/2010
Carga horária total do curso: 10 horas

Conteúdo do curso
:: Os sistemas neurológicos
:: Sistema piramidal, extrapiramidal e cerebelar (responsável pelos movimentos)
:: Sistema límbico (responsável pela motivação do indivíduo na interação com o
ambiente externo)
:: O processo maturacional do corpo.
:: Como o corpo dá origem às aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas

Processo de alfabetização
:: Aspectos psicomotores que interferem nesse processo
:: Atividades que promovem o desenvolvimento psicomotor
:: Como alfabetizar a criança com desenvolvimento atípico
:: A importância da organização psicoafetiva
:: Acolhimento através de adaptações no ambiente
:: Quais adaptações utilizar?

Intervenção precoce
:: Qual a importância da Psicomotricidade?
:: Como utilizar a Psicomotricidade na educação infantil?
:: Como auxiliar no desenvolvimento da criança?
:: O passo-a-passo do processo de aprendizado e a Hierarquia de experiências
:: Prognóstico com intervenção precoce

As sensações na clínica psicomotora do autismo
:: Quais são?
:: Qual sua importância?
:: Aprenda atividades que favoreçam a integração das sensações, melhorando o
comportamento geral da criança
:: O brincar
:: A interpretação do brincar
:: Os Fundamentos
:: Como estimular a brincadeira em crianças com desenvolvimento atípico
:: Utilização de jogos e brincadeiras – estruturadas para engajamento das atividades
:: Quais são as melhores brincadeiras?


Palestrante Helena Fagundes Gueiros
Fisioterapeuta e terapeuta comportamental, pós graduada em psicomotricidade.
Especialista em Psicomotricidade dentro de um programa ABA e Psicomotricista
responsável do centro de análise do comportamento do estado RJ

Valor da Inscrição : 105,00
(parcelamento : até 12x no cartão) e valor de 95,00 para grupos acima de 3 pessoas)

Inscrições pelo site:
www.universoautista.com.br/curso

Telefone (12) 3021-0996 falar com Herika.
LOCAL : Dala de Conferencia BELVALE ( Hotel Shelton Inn )
CIDADE: São José dos Campos – SP
DIAS : 8 de maio de 2010. DAS 8 ÀS 18:00
PUBLICO ALVO: FISIOTERAPEUTAS, T.Os, PEDAGOGOS, FONOAUDIÓLOGOS,
NEUROPEDIATRAS, PSICÓLOGOS, FACILITADORES E FAMILIARES


Telefone para contato: (12) 3021-0996
terça-feira

1º Encontro Brasileiro para Pesquisa em Autismo


Porto Alegre - RS :: 22, 23 e 24 de abril de 2010


:: Haverá tradução simultânea


Quinta – 22 de abril


:: Manhã


08:20 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)

08:30 - Newra Rotta (UFRGS) - “O desafio do diagnóstico precoce”

09:10 - Carlos Gadia (USA) - “Challenges in psychopharmacotherapy”

09:50 - Discussão

10:10 - Intervalo

10:30 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “ProTID: experiência clínica”

11:10 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “ProTID: experiência na pesquisa experimental”

11:50 - Discussão

12:10 - Almoço


:: Tarde


13:50 - Abertura - Coordenação: Lavínia Faccini (UFRGS)

14:00 - José Salomão Schwartzman (UPM - SP) - “Cérebro, gênero e autismo”

14:40 - Eric Fombonne (Canada) - “Epidemiology of autism”

15:20 - Discussão

15:40 - Intervalo

16:00 - Décio Brunoni (UPM-SP) - “Aspectos genéticos no autismo”

16:40 - Roberto Tuchman (USA) - “Delineating the autism spectrum disorders”

17:20 - Discussão

17:40 - Encerramento


Sexta – 23 de abril


:: Manhã


08:20 - Abertura - Coordenação: Cleonice Bosa (UFRGS)

08:30 - Ana Ferraz (MS - Brasil) - “Autismo e o SUS”

09:10 - Martinha Dutra dos Santos (MEC - Brasil) - “Autismo e Educação”

09:50 - Discussão

10:10 - Intervalo

10:30 - Andy Shih (USA) - “The Autism Speaks’s contributions and opportunities”

11:10 - Roberto Tuchman (USA) - “Autism and epilepsy”

11:50 - Discussão

12:10 - Almoço


:: Tarde


13:50 - Abertura - Coordenação: Cristiane S. Paula (UPM)

14:00 - Márcia T. Pauluci (AMA) - “A Associação de Amigos do Autista”

14:40 - Marcelo Goldani (UFRGS) - “DOHaD e autismo”

15:20 - Discussão

15:40 - Intervalo

16:00 - Cristiane S. Paula (UPM - SP) - “A produção brasileira em Transtornos do Espectro Autista e os desafios para realização de pesquisas no Brasil”

16:40 - Eric Fombonne (Canadá) - “Clinical challenges in autism”

17:20 - Discussão

17:40 - Encerramento


Sábado – 24 de abril


:: Manhã


08:20 - Abertura - Coordenação: Carmem Gottfried (UFRGS)

08:30 - Carolina Lampréia (PUC-RJ) - “Identificação precoce do autismo”

09:10 - César de Moraes (UNICAMP) - “Autismo e comportamentos repetitivos”

09:50 - Discussão

10:10 - Intervalo

10:30 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”

11:10 - Carlos Maragotto (Cuba) - “Tratamento do autismo em Cuba”

11:50 - Discussão

12:10 - Almoço


:: Tarde


13:50 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)

14:00 - José Ferreira Belisário Filho (UFMG) - “Inclusão do aluno autista”

14:40 - Carlos Gadia (USA) - “Aprendizagem e autismo”

15:20 - Discussão

15:40 - Intervalo

16:00 - Fernanda Fernandes (USP) - “Caracterização da linguagem no autismo”

16:40 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Neurobiologia do autismo”

17:20 - Discussão

17:40 - Fundação da Sociedade Brasileira para Pesquisa em Autismo (SBPA)

18:00 - Encerramento do Evento

Evento paralelo: Encontro com a comunidade


Sábado - 24 de abril


:: Manhã


08:00 - Rudimar Riesgo (UFRGS) - “Aspectos neurobiológicos do autismo”

09:00 - Carlos Gadia (USA) - “Autismo nos Estados Unidos”

10:00 - Intervalo

10:20 - Cristiane Paula (Mackenzie) - “Epidemiologia e Caracterização Clínica do Autismo ao redor do mundo”

11:20 - Andy Shih (USA) - “Autism Speaks: contribuições e oportunidades”

12:20 - Almoço


:: Tarde


13:00 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “Pesquisas em laboratório para autismo”

14:00 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”

15:00 - Intervalo

15:20 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “Diagnóstico precoce do autismo”

16:20 - Lavínia Faccini - “Aspectos genéticos do autismo”

17:20 - Encerramento do Evento com a Comunidade


:: Presidente

Rudimar Riesgo (UFRGS)



:: Comissão Organizadora:


Carmem Gottfried (UFRGS)

Cleonice Alves Bosa (UFRGS)

Cristiane Silvestre de Paula (Universidade Mackenzie - SP)

Lavínia Schüler-Faccini (UFRGS)



Fonte :: http://caminhosdoautismo.blogspot.com/search/label/CONGRESSO