7 coisas que você não sabe sobre “pais especiais”
Fonte :: http://lagartavirapupa.com.br/blog/7-coisas-que-voce-nao-sabe-sobre-pais-especiais/
Muito tocante e verdadeiro. Tenho que confessar que me identifiquei com vários pontos, mesmo sabendo que a deficiência do filho dela é bem mais grave que o autismo.
Espero que vocês gostem!
Em tempo: estou devendo umas respostas de emails. Prometo que respondo tudo hoje! Andei em uma fase meio puxada de trabalho, mas nunca vou deixar o blog de lado!
7 coisas que você não sabe sobre “pais especiais”
Estima-se que 6 milhões de crianças nos Estados recebem educação especial, de acordo com o Departamento Americano de Educação. Uma em cada 10 crianças abaixo dos 14 anos tem algum tipo de necessidade especial, o que inclui qualquer deficiência física, cognitiva ou médica, ou doenças crônicas ou que ameaçem a vida.
Meu filho de 3 anos, Jacob, é uma delas.
Ele tem Síndrome do Cromossomo 18. O Cromossomo 18 tem várias síndromes conhecidas, incluindo a do Anel 18 e a bem conhecida Trissomia 18 (que afeta a filha do Rick Santorum, Bella). Meu filho tem a mais rara delas, a 18q. Apenas 1 em cada 40 mil americanos tem a síndrome do 18q, o que significa que menos de 7800 americanos são afetados por essa disordem.
Por causa dessa síndrome, Jacob tem tido sérios problemas médicos e de desenvolvimento. Ele teve que fazer cirurgia cardíaca, cirurgia renal, broncoscopias e endoscopias, dormia com um tubo de oxigênio, já fez inúmeros exames médicos e viu vários especialistas. Temos entrado e saído de hospitais e consultórios médicos desde que ele tinha 3 meses de idade. Ele também tem atrasos severos do desenvolvimento e faz fono, terapia ocupacional, fisioterapia e terapia comportamental.
Criar uma criança com qualquer síndrome, condição ou necessidade especial é, ao mesmo tempo, uma bênção e um desafio. Um desafio por motivos óbvios, e uma bênção porque você não sabe realmente o que são vitória e alegria até você ver seu filho superar algumas dessas dificuldades (algumas vezes, sorrindo felizão).
Provavelmente, você conhece algum “pai ou mãe especial”, ou você pode ser um. Como uma mãe especial, eu normalmente não compartilho meus sentimentos sobre essa faceta da minha vida nem mesmo com meus amigos mais próximos, então, eu decidi compilar uma lista aqui com o objetivo de construir compreensão. Não pretendo falar por cada pai ou mãe especial que haja por aí, mas pelos que eu conheço, algumas coisas aqui são bem universais. Se eu me esqueci de alguma coisa, por favor, deixe um comentário abaixo.
1. Eu estou cansada. Ser mãe e pai já é uma empreitada exaustiva. Mas ser pai ou mãe de uma criança com necessidades especiais leva as coisas a outro nível de fadiga. Por mais que eu tenha uma boa noite de sono ou tire um tempo de descanso, há um nível de cansaço emocional e físico que está sempre ali, que vem simplesmente com o peso de cuidar dessas necessidades especiais. Visitas a hospitais e médicos não ocorrem poucas vezes no ano, podem ser até várias vezes em um mês. Terapias podem ser diárias. Burocracias e contas fazem pilha, tempo livre é usado pesquisando por novos tratamentos, posicionando meu filho para sentar de uma certa forma, defendendo-o nos sistemas médicos e educacionais. E isso tudo sem mencionar a carga emocional de criar uma criança com necessidades especiais, já que os picos e vales nos parecem muito mais extremos. Sou sempre grata por qualquer ajuda dos amigos no sentido de facilitar minha vida, não importa quão pequena, desde organizar meus planos e agenda até olhar meu filho enquanto eu como.
2. Tenho inveja. Essa é difícil de dizer e assumir, mas é verdade. Quando eu vejo uma criança de 1 aninho fazer coisas que meu filho não pode fazer aos 4 (como andar), eu sinto uma pontada de inveja. Dói quando vejo meu filho lutar tanto para aprender a fazer algo que vem naturalmente para uma criança típica, como mastigar ou apontar. Pode ser difícil ouvir sobre as proezas dos filhos das amigas. Algumas vezes, eu só sofro por dentro pelo Jabob. “Não é justo”. E mais estranho ainda, eu posso até sentir inveja de outras crianças com necessidades especiais que parecem ter menos desafios que o Jacob, ou que tenham certos transtornos como Down, ou autismo, que são mais conhecidos e compreendidos pelo público em geral, e parecem ter mais suporte e recursos que a rara condição do Jacob. Parece pequeno e não diminui toda a minha alegria e orgulho com as realizações do meu filho. Mas, normalmente, é muito difícil, pra mim, estar perto de crianças típicas com ele. O que me leva a explicar o próximo ponto…
3. Me sinto sozinha. É solitário ser mãe de uma criança com necessidades especiais. Posso me sentir como uma estranha no meio de mães de crianças típicas. Ao mesmo tempo em que quero ficar feliz por elas, me sinto péssima ao ouvir elas se gabarem das 100 palavras que o filho de 2 anos fala, ou que ele já sabe o ABC (ou até faz cocô no penico). Bom pra elas, mas isso é tão diferente de como meu mundo se parece. Tem sido importantíssimo pra minha sanidade mental estar em contato com outras “mães especiais”, com quem não é desconfortável ou chocante trocar histórias sobre medicações, tubos alimentares, aparelhos para comunicação e terapias. Mesmo dentro dessa comunidade, no entanto, há tanta variação no nível de comprometimento de cada criança. Somente eu entendo a composição e os desafios específicos do Jacob. Com essa honra de ser responsável por ele vem a solidão desse papel. Eu, frequentemente, me sinto realmente sozinha.
4. Eu tenho medo. Eu me preocupo em não estar fazendo o suficiente. E se eu perdi um tratamento ou um diagnóstico e aquela janela de tempo ideal para tratar isso passou? Eu me preocupo com o futuro do Jacob, se ele um dia vai dirigir um carro, ou se casar, ou viver independentemente. Eu tenho medo de pensar em como ele vai se machucar na experiência de “ser diferente” em um mundo que é normalmente duro (sem mencionar que eu temo pela integridade física de qualquer pessoa que fizer meu filho sofrer). Eu tenho medo das finanças. Finalmente, eu tenho medo do que vai ser do Jacob se qualquer coisa acontecer a mim. Apesar disso, meu temores diminuíram substancialmente ao longo dos anos por causa da minha fé, e por causa do contato com outras crianças, adolescentes e adultos afetados pela síndrome do Jacob. Quando eu conheci algumas dessas pessoas incríveis em uma conferência no ano passado, a tristeza e o desespero que eu estava projetando para a vida futura do Jacob (porque era tão desconhecida) sumiram quando eu vi o amor e prosperidade que eram realidade nas suas vidas. O medo da dor emocional (pra mim e Jacob) é, provavelmente, o que permanece mais.
5. Eu gostaria que você parasse de dizer “retardado”, “mongol”, “desde que seja saudável”… Eu sei que as pessoas normalmente não tem a intenção de ser rudes com esses comentários, e eu provavelmente falei isso antes do Jacob nascer. Mas, agora, sempre que eu ouço isso, sinto uma pontada de dor. Por favor, pare de dizer essas coisas. É desrespeitoso e dolorido para aqueles que amam e criam as crianças de quem você está zombando (isso sem mencionar para as próprias crianças). E, como último comentário, “desde que seja saudável”, eu ouço várias mulheres grávidas dizerem isso. Não me entenda errado, eu compreendo e compartilho seus desejos de bebês saudáveis em cada nascimento, mas isso tem se tornado um mantra tão impensado durante a gravidez que pode parecer um desejo contra o que o meu filho é. “E se não for saudável?”. Eu quero perguntar. (Minha resposta: vai dar tudo certo. Você e seu filho ainda vão ter uma vida ótima).
6. Eu sou humana. Eu tenho sido desafiada e empurrada além dos meus limites na criação do meu filho. Cresci tremendamente como pessoa e desenvolvi um coração mais humano e uma empatia pelos outros de uma forma que eu jamais teria sem ele. Mas sou igual à mãe do lado em alguns sentidos. Às vezes, eu perco a paciência, meu filho me irrita, e algumas vezes eu quero só fugir para o spa ou ir às compras (e, hum, eu frequentemente faço isso). Eu ainda tenho sonhos e aspirações pessoais. Eu viajo, danço, estou escrevendo um livro, amo boa comida, falo sobre relacionamentos. Eu vejo Mad Men, e gosto de um bom suéter de cashmere. Algumas vezes, é bom escapar e falar de todas essas outras coisas. E, se parece que eu só falo desse outro lado da minha vida algumas vezes, é porque pode ser difícil falar sobre o meu filho. O que me leva ao ponto final…
7. Eu quero falar sobre o meu filho/ É difícil falar sobre o meu filho. Meu filho é a coisa mais inspiradora que aconteceu na minha vida. Tem dias em que eu quero gritar do topo do Empire State Building o quão divertido e fofo ele é, ou como ele realizou alguma coisa na escola (ele foi eleito, recentemente, presidente da classe!). Algumas vezes, quando estou tendo um dia difícil, ou acabei de descobrir outro problema de saúde ou desenvolvimento, eu posso não falar muito. Eu não compartilho com os outros frequentemente – mesmo amigos próximos e família – os detalhes do que eu passo com relação Jacob. Mas isso não significa que eu não quero aprender como compartilhar nossa vida com os outros. Uma coisa que eu sempre apreciei é quando as pessoas me perguntam algo mais específico sobre o Jacob, como “Jacob gostou do zoológico?”, ou “como está indo a coisa da linguagem de sinais com ele?”, ao invés de questões genéricas como “como está o Jacob?”, o que pode me fazer sentir tão sobrecarregada que eu só respondo “está bem”. Começar com os detalhes me dá uma chance de começar a compartilhar. E, se não estou compartilhando, não pense que não há várias coisas acontecendo sob a superfície, ou que eu não quero contar.
Criar uma criança com necessidades especiais mudou a minha vida. Eu cresci em uma família que valorizava performance e perfeição acima de tudo, e inconscientemente eu passei a julgar a mim mesma e aos outros por essa ótica. Nada muda mais essa ótica do que ter uma doce e inocente criança que nasceu com dificuldades que tornam a vida comum e a performance normal mais duras ou até impossíveis.
Isso me ajudou a entender que amor verdadeiro é conhecer alguém (criança ou adulto, com necessidades especiais ou não) exatamente onde ele ou ela está – sem se importar com como eles “deveriam” ser. Criar uma criança com necessidades especiais destrói todos os “deveria ser” que nós idolatramos e construímos nossa vida ao redor e coloca outra coisa no núcleo: amor e compreensão. Então, talvez isso me leve à última coisa que você, provavelmente, não sabe sobre um pai ou mãe especial…pode ser duro pra mim, mas eu me sinto, de muitas maneiras, realmente abençoada.
ESTADO TERÁ CENTROS DE ATENDIMENTO PARA MENORES AUTISTAS
Crianças e adolescentes com deficiência mental e autismo poderão ganhar atendimento de ponta no Estado. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) acaba de garantir, por unanimidade, com 53 votos favoráveis, que o projeto de lei 689/11, vetado pelo governador, seja transformado em lei. A derrubada do veto tirará do papel os Centros de Reabilitação Integral voltados para estes menores. A proposta, do deputado Xandrinho (PV), prevê a criação de oito centros, em diferentes regiões do estado, com instalações físicas, equipamentos e área de reabilitação para atendimento de cada um dos casos. O autor salienta que o atendimento beneficiará famílias que não podem arcar com um atendimento adequado, muito caro. “E são crianças que precisam desse apoio para ajudá-las a desenvolver suas potencialidades. E estes tratamentos são muito caros”, salientou Xandrinho.
Os centros deverão dispor de atendimento médico neurológico, psiquiátrico, pediátrico e de acompanhamento pedagógico, psicológico, fonoaudiológico, fisioterapêutico e terapêutico ocupacional. Também estão previstos no texto os cuidados de enfermagem, atendimento odontológico e o serviço social.
As cidades que receberão os centros são Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; Itaperuna, na Região Noroeste; Campos dos Goytacazes, na região Norte; Cabo Frio, na Região das Baixadas Litorâneas; Petrópolis, na Serrana; Volta Redonda, na Centro Sul; Resende, na região do Médio Paraíba e Angra dos Reis, na Costa Verde. A principal fonte de custeio será o Sistema Único de Saúde (SUS), mas o projeto autoriza a celebração de convênios entre Estado, Governo federal, municípios e iniciativa privada. A proposta será promulgada nos próximos dias.
(texto de Fernanda Porto)
Fonte >> http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo.asp?num=41694
II Curso Internacional de Tratamentos Biomédicos para Autismo: Aberto para Pais e Amigos do Autista

Sincronia fraca entre neurônios pode ser a causa do autismo, diz estudo
Cientistas brasileiros consertam 'neurônio autista' em laboratório
Falsa psicóloga será indiciada por crime de tortura no RJ, diz polícia
Atuava há 12 anos atendendo crianças autistas
Contato
Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.
Edição do dia 12/11/2010
12/11/2010 20h46 - Atualizado em 12/11/2010 20h46
Pesquisa de brasileiros traz esperança para a cura do autismo.
Os cientistas testaram um remédio que deixou normal um neurônio de uma criança autista.
O Jornal Nacional noticiou nesta quinta uma descoberta promissora para as pessoas que têm autismo: uma disfunção que afeta a capacidade motora, de comunicação e de relacionamento do ser humano. Nesta sexta, o correspondente Rodrigo Bocardi conversou com o cientista brasileiro que chefiou a pesquisa para saber mais sobre essa descoberta.
A criança não se comunica direito. O convívio com as pessoas é limitado. E quando os pais se dão conta, percebem que o filho é portador de um transtorno neurológico: o autismo.
A doença até hoje se mostrou incurável e fez muitos pais se cobrarem achando que não deram o amor necessário ao filho. De San Diego, na Costa Oeste dos Estados Unidos, o pesquisador Alysson Muotri contesta.
"O estigma não deve existir mais. Não é culpa dos pais. Isso é um problema genético e a gente tem que trabalhar em cima disso".
Alysson chegou a essa conclusão depois de coordenar um estudo com mais dois brasileiros, Cassiano Carromeu e Carol Marchetto, na Universidade da Califórnia.
Para entender o cérebro de um autista, eles coletaram pedaços de pele de quatro crianças com a doença e de cinco sem. No laboratório, separaram as células da pele e as reprogramaram para se tornar neurônios.
Resultado: viram que os núcleos das células de crianças com autismo eram maiores e as ramificações de ligação com outros neurônios eram mais curtas e em menor número do que nas crianças sem o transtorno.
O próximo passo foi tentar resolver os problemas dos neurônios com sinais da doença. Os pesquisadores recorreram a diversos remédios. Um deles funcionou, deixou o neurônio normal. Isso deu esperanças de que o autismo possa ser curado.
Se foi possível alterar uma célula, é possível alterar todos os neurônios do cérebro, dizem os pesquisadores.
A questão é que o remédio foi eficiente para tratar uma célula em laboratório. Em doses maiores traz efeitos colaterais graves.
"O grande desafio agora é fazer uma triagem de novas drogas na esperança de conseguir descobrir um novo remédio que seja menos tóxico e que seja muito mais efeito do que o que a gente tem como prova de princípio hoje. Mas tudo pode acontecer. Pode ser que a gente tenha uma descoberta fenomenal e as coisas acelerem muito mais", finalizou Alysson.
Você sabia?
Curso em 27 11 2010
Aprenda a observar os comportamentos autísticos em variadas situações, visando ao levantamento de um perfil e ao planejamento de recursos e alternativas de trabalho.Data do curso: 27 de novembro 2010A grande queixa das pessoas envolvidas com crianças com autismo é a falta de informaçõessobre como realizar as adaptações curriculares, como aplicar os procedimentos de ensino e como incluir, estas crianças na rede de ensino, Esse curso pretende discutir as necessidades educacionais especiais do aluno com autismo segundo as particularidades do pensamento concreto, oferecendo alternativas de trabalho para a inclusão.Público alvo : Professores, Psicopedagogos, Pedagogos, facilitadores, psicólogos, neuropsicólogos, familiares etc ....Conteúdo:- Perfil de aprendizagem do aluno com autismo- Condições de ensino e recursos de acesso ao currículo- Realidade inclusiva do novo milênio.- Uma nova visão do atendimento escolar para crianças com autismo:- a relação entre Atendimento Educacional Especializado (AEE)- e o Modelo Generalista- Capacitar profissionais na observação de comportamentos autisticos em situações variadas visando o levantamento de um perfil e o planejamento de recursos e alternativas de trabalho-Apresentar estratégias de comportamentos adequados.Parte final do curso:MESA REDONDA ( das 17:00 as 18:00)Traga suas dúvidas!!!Pense em sua atuação! faremos uma pausa final para perguntas e respostas sobre as estratégias de trabalho e dificuldades comportamentais. Serão analisados casos específicos e apresentadas propostas de intervenção que serão compartilhadas pelo grupo.Inscrições:Valor da inscrição: 105,00 (até 10x no cartão(opção somente pelo site)Inscrições pelo site: www.universoautista.com.br/curso ou pelo telefone: (12) 3021-0996Carga Horária: 10HsPalestrante: Maria Elisa Granchi FonsecaPsicóloga graduada pela PUCCAMP; Especialista em Didática do Ensino Superior pela FEAP
Mestre em Educação Especial pela UFSCAR; Formação no Programa TEACCH pela University of North Carolina at Charlotte-USA; Arteterapeuta pelo NAPE São José dos Campos-SP
Coordenadora do CEDAP da APAE de Pirassununga,SP; Consultora na área do autismo
Professora UniversitáriaFesta da Família / 18 de Setembro de 2010
Vídeo 01 : Apresentação somente com a turminha
Apresentação na Festa da Família, realizada pela escola do JV.
Este é meu filhote, autista, com 05 anos de idade!
E ele..ADORA Luan Santana!
I Encontro Nacional
O movimento do tratamento Biomédico no Brasil teve início em 2007, onde anualmente tem acontecido congressos informativos e de treinamento para o tratamento eficiente do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Nos dias 15 e 16 de Outubro de 2010, faremos um congresso completo unindo o tratamento biomédico a terapia nutricional, junto com as várias formas terapêuticas e pedagógicas, fornecendo uma visão completa de como o tratamento biomédico pode ser agregado a outros tratamentos para que a criança autista ou que tenha outro transtorno de desenvolvimento alcance o máximo de seu potencial.
Queremos mostrar que o Autismo é tratável, e que a recuperação se torna possível com a associação de uma série de intervenções terapêuticas simultâneas o mais precoce possível.
Somos um grupo que, com ajuda do Laboratório Great Plains dos EUA (representado pelo site www.autismoinfantil.com.br), deseja divulgar a existência dos tratamentos biomédicos para o Autismo no Brasil. Para isto, iremos nos reunir neste evento, o que dará início a um movimento para a divulgação de alternativas terapêuticas para o autismo. A eficácia do tratamento biomédico já foi comprovada em diversos outros países.
Com a intenção de formar um movimento nacional de conscientização destas opções, além de organizar este evento, pretendemos organizar cursos de formação para médicos e um instituto de pesquisa que agregue a experiência nacional no tratamento do autismo e outros transtornos do desenvolvimento.
Se você já experimentou o tratamento biomédico e gostaria de ajudar na divulgação desse trabalho, por favor indique pessoas que você sabe que precisam de ajuda ou que pode ajudar nesta divulgação. Você poderá estar ajudando centenas de pessoas na sua comunidade, comunicando que o autismo é tratável, e que quanto mais precoce for a intervenção biomédica maior será a esperança de recuperação para estas crianças.
Médicos, terapeutas e pais que queiram aprender como tratar o autismo usando o tratamento biomédico e uma abordagem integral de tratamento a criança autista. Esse tratamento já está sendo usado em mais de 90 países do mundo com grande sucesso, e agora você terá a chance de oferecer esperança as crianças autistas.
Será fundamental para pais e terapeutas que tenham vontade de renovar suas esperanças ouvindo palestras de renomados profissionais que já trabalham com o tratamento do Autismo. Este será um encontro introdutório e de divulgação destas novas idéias para os médicos. No futuro haverá um curso médico específico onde profissionais experientes lhes passarão detalhes de como diagnosticar e tratar o espectro autista aos médicos.
Teatro da Universidade Paulista - Campus Indianópolis
Rua Dr. Bacelar, 1212 - Vila Clementino -
São Paulo - SP CEP 04026-002
Tel.: (11) 5586-4000 (11) 5586-4000
VAGAS LIMITADAS, RESERVE LOGO A SUA!
...e passou no Jornal Nacional....alguma semelhança?
27/04/2010 21h52 - Atualizado em 27/04/2010 21h52
Pesquisa pode ajudar a desenvolver tratamento para TOC
Ratos se comportaram como os seres humanos que têm TOC quando os cientistas desativaram um gene específico
Pesquisadores americanos divulgaram um estudo sobre transtorno obsessivo compulsivo, conhecido como TOC. A pesquisa feita com ratos mostrou que ao desativar o gene S-L-I-T-R-K-5, os animais passaram a ter um comportamento semelhante ao de seres humanos que apresentam a doença.
Os bichos apresentaram sintomas como ansiedade extrema e repetição de movimentos, como o de se limpar o tempo todo.
A descoberta pode ajudar a desenvolver tratamentos para o transtorno, que afeta 1% da população, tanto nos Estados Unidos como no Brasil.
Curso especial 8 de maio 2010 :: Universo Autista
(voltado à criança dentro do espectro autista)
* UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DA PSICOMOTRICIDADE DENTRO DA PERSPECTIVA ABA *
Dia: 08/05/2010
Carga horária total do curso: 10 horas
Conteúdo do curso
:: Os sistemas neurológicos
:: Sistema piramidal, extrapiramidal e cerebelar (responsável pelos movimentos)
:: Sistema límbico (responsável pela motivação do indivíduo na interação com o
ambiente externo)
:: O processo maturacional do corpo.
:: Como o corpo dá origem às aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas
Processo de alfabetização
:: Aspectos psicomotores que interferem nesse processo
:: Atividades que promovem o desenvolvimento psicomotor
:: Como alfabetizar a criança com desenvolvimento atípico
:: A importância da organização psicoafetiva
:: Acolhimento através de adaptações no ambiente
:: Quais adaptações utilizar?
Intervenção precoce
:: Qual a importância da Psicomotricidade?
:: Como utilizar a Psicomotricidade na educação infantil?
:: Como auxiliar no desenvolvimento da criança?
:: O passo-a-passo do processo de aprendizado e a Hierarquia de experiências
:: Prognóstico com intervenção precoce
As sensações na clínica psicomotora do autismo
:: Quais são?
:: Qual sua importância?
:: Aprenda atividades que favoreçam a integração das sensações, melhorando o
comportamento geral da criança
:: O brincar
:: A interpretação do brincar
:: Os Fundamentos
:: Como estimular a brincadeira em crianças com desenvolvimento atípico
:: Utilização de jogos e brincadeiras – estruturadas para engajamento das atividades
:: Quais são as melhores brincadeiras?
Palestrante Helena Fagundes Gueiros
Fisioterapeuta e terapeuta comportamental, pós graduada em psicomotricidade.
Especialista em Psicomotricidade dentro de um programa ABA e Psicomotricista
responsável do centro de análise do comportamento do estado RJ
Valor da Inscrição : 105,00
(parcelamento : até 12x no cartão) e valor de 95,00 para grupos acima de 3 pessoas)
Inscrições pelo site:
www.universoautista.com.br/curso
Telefone (12) 3021-0996 falar com Herika.
LOCAL : Dala de Conferencia BELVALE ( Hotel Shelton Inn )
CIDADE: São José dos Campos – SP
DIAS : 8 de maio de 2010. DAS 8 ÀS 18:00
PUBLICO ALVO: FISIOTERAPEUTAS, T.Os, PEDAGOGOS, FONOAUDIÓLOGOS,
NEUROPEDIATRAS, PSICÓLOGOS, FACILITADORES E FAMILIARES
Telefone para contato: (12) 3021-0996
1º Encontro Brasileiro para Pesquisa em Autismo

Porto Alegre - RS :: 22, 23 e 24 de abril de 2010
:: Haverá tradução simultânea
Quinta – 22 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)
08:30 - Newra Rotta (UFRGS) - “O desafio do diagnóstico precoce”
09:10 - Carlos Gadia (USA) - “Challenges in psychopharmacotherapy”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “ProTID: experiência clínica”
11:10 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “ProTID: experiência na pesquisa experimental”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Lavínia Faccini (UFRGS)
14:00 - José Salomão Schwartzman (UPM - SP) - “Cérebro, gênero e autismo”
14:40 - Eric Fombonne (Canada) - “Epidemiology of autism”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Décio Brunoni (UPM-SP) - “Aspectos genéticos no autismo”
16:40 - Roberto Tuchman (USA) - “Delineating the autism spectrum disorders”
17:20 - Discussão
17:40 - Encerramento
Sexta – 23 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Cleonice Bosa (UFRGS)
08:30 - Ana Ferraz (MS - Brasil) - “Autismo e o SUS”
09:10 - Martinha Dutra dos Santos (MEC - Brasil) - “Autismo e Educação”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Andy Shih (USA) - “The Autism Speaks’s contributions and opportunities”
11:10 - Roberto Tuchman (USA) - “Autism and epilepsy”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Cristiane S. Paula (UPM)
14:00 - Márcia T. Pauluci (AMA) - “A Associação de Amigos do Autista”
14:40 - Marcelo Goldani (UFRGS) - “DOHaD e autismo”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Cristiane S. Paula (UPM - SP) - “A produção brasileira em Transtornos do Espectro Autista e os desafios para realização de pesquisas no Brasil”
16:40 - Eric Fombonne (Canadá) - “Clinical challenges in autism”
17:20 - Discussão
17:40 - Encerramento
Sábado – 24 de abril
:: Manhã
08:20 - Abertura - Coordenação: Carmem Gottfried (UFRGS)
08:30 - Carolina Lampréia (PUC-RJ) - “Identificação precoce do autismo”
09:10 - César de Moraes (UNICAMP) - “Autismo e comportamentos repetitivos”
09:50 - Discussão
10:10 - Intervalo
10:30 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”
11:10 - Carlos Maragotto (Cuba) - “Tratamento do autismo em Cuba”
11:50 - Discussão
12:10 - Almoço
:: Tarde
13:50 - Abertura - Coordenação: Rudimar Riesgo (UFRGS)
14:00 - José Ferreira Belisário Filho (UFMG) - “Inclusão do aluno autista”
14:40 - Carlos Gadia (USA) - “Aprendizagem e autismo”
15:20 - Discussão
15:40 - Intervalo
16:00 - Fernanda Fernandes (USP) - “Caracterização da linguagem no autismo”
16:40 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Neurobiologia do autismo”
17:20 - Discussão
17:40 - Fundação da Sociedade Brasileira para Pesquisa em Autismo (SBPA)
18:00 - Encerramento do Evento
Evento paralelo: Encontro com a comunidade
Sábado - 24 de abril
:: Manhã
08:00 - Rudimar Riesgo (UFRGS) - “Aspectos neurobiológicos do autismo”
09:00 - Carlos Gadia (USA) - “Autismo nos Estados Unidos”
10:00 - Intervalo
10:20 - Cristiane Paula (Mackenzie) - “Epidemiologia e Caracterização Clínica do Autismo ao redor do mundo”
11:20 - Andy Shih (USA) - “Autism Speaks: contribuições e oportunidades”
12:20 - Almoço
:: Tarde
13:00 - Carmem Gottfried (UFRGS) - “Pesquisas em laboratório para autismo”
14:00 - Marcos Mercadante (UNIFESP) - “Tratamento do autismo no Brasil”
15:00 - Intervalo
15:20 - Cleonice Bosa (UFRGS) - “Diagnóstico precoce do autismo”
16:20 - Lavínia Faccini - “Aspectos genéticos do autismo”
17:20 - Encerramento do Evento com a Comunidade
Rudimar Riesgo (UFRGS)
:: Comissão Organizadora:
Fonte :: http://caminhosdoautismo.blogspot.com/search/label/CONGRESSO


