terça-feira
Instituições Brasil a Fora
AMAZONAS
AMA
Rua 2 - Bloco 9 - apto A Conj. Icaparaíba
CEP 69057-560
Telefone (92) 236-3494
Manaus - AM
BAHIA
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DISTÚRBIO DO COMPORTAMENTO - EVOLUÇÃO - INESP/BA
Av. Jorge Amado, 500
Imbiú 41720-040
Telefone (71) 231-1502/ 371-9203
Salvador - BA
CEARÁ
CASA DA ESPERANÇA
Rua José Vilar, 938 - Aldeota
CEP 60125-001 - Fortaleza - CE
Telefone (85) 224 07 02
E-mail: casa@fortalnet.com.br
FUNDAÇÃO PROJETO DIFERENTE
Av. João Pessoa, 4047
Bairro - Damas
Fortaleza, Ceará
CEP 60425-680
Telefone (85) 494-0217
E-mail: projetodiferente@fortalnet.com.br
DISTRITO FEDERAL
Associação Terapêutica Educacional para Crianças Autistas - ASTECA
Granja do Riacho Fundo - Área Especial, s/nº Riacho Fundo
CEP 71701-970
Telefone (61) 399-4555
Brasília – DF
MINAS GERAIS
AMA - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA
Rua Alfredo Fidélis Marques, 274 ,São Sebastião do Paraíso - MG
CEP 37950-000
Telefone (35) 531-2193
APAE - Pará de Minas
Rua Inocêncio III , 340
Bairro: São Francisco
Cidade: Pará de Minas
Telefone (37) 3232-1024
Metodologia usada: TEACCH
ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE AUTISTAS E OUTRAS SÍNDROMES - APAS
Av. A,18 Bloco A, 201 , Nova Pampulha
CEP 31360-390 , Belo Horizonte ; MG
Telefone (31) 496-6533
ASSOCIAÇÃO COMUNIDADE ESCOLAR COMUMVIVER
Av. Barbacena, 1477 - Sto.Agostinho
CEP 30190-131 - Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 275-3672
Associação Barbacenense de Assistência aos Excepcionais - APAE
( MÉTODO DOMAN OU ORGANIZAÇÃO NEUROLÓGICA )
Rua 13 de Maio 320 – Centro
CEP 36200-000 - Barbacena - MG
Telefax (32) 331-5522
Horário de Atendimento: de 2º a 6º feira de 7:00 Hs as 11:00 Hs e de 12:30 Hs às 16:30 Hs
Endereços e-mail : abaebca@net-rosas.com.br
Endereço URL : http://www.net-rosas.com.br/~abaebca/index.html
Centro Educativo Pés no Chão Ltda.
Tipo: Escola especial
Rua Angoritaba, nº17 -Dom Cabral, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 346-2614
Informações adicionais:
Trabalha com crianças com necessidades especiais.
Cooperativa de Educação Especial DiaDia
Contato: Rosemary
Rua Ralley, nº 408, Bairro Santa Lúcia, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 3292-029
Informações adicionais:
Trabalha com crianças com necessidades especiais.
CPP - Centro Psicopedagógico
Tipo: Hospital
Rua Padre Marinho, nº 150, Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 324-1309
Informações adicionais:
Atende a portadores de vários tipos de deficiência , inclusive autismo , trabalhando com o método TEACCH.
Escola Municipal São Bernardo
Contato: Eliana Teixeira Silva Marcelino (Aux. Bibliotecaria)
Rua: Padre Teodorico, nº126 , bairro Centro, Baldim, MG, CEP 35706000
Telefone(s) (31) 3718-1440 / 3718-1440 / 3718-1257
Informações adicionais:
Possui aluno autista e está a procura de informações de cursos para capacitação e como lidar com o autista.
Instituto Regina Pacis
Praça Tiradentes, nº34 , Centro, Sete Lagoas,
Telefone (31) 3771-0100
Informações adicionais:
Possui aluno autista com diagnóstico e outro(s) com suspeita. Quer ser informada sobre curos de capacitação.
MATO GROSSO DO SUL
AMA - Associação dos Amigos do Autista em Campo Grande/MS
Rua Espírito Santo, 1253, Vila Célia
Cep 79022-330
Telefone (67) 725-5135
CAMPO GRANDE - MS
PARÁ
AMA Associação dos Amigos do Autista de Belém do Pará
Travessa Viega Cabral, 610
Cidade Velha 66023-630
Telefone (91) 224-3373
Belém - PA
PARANÁ
AMA - Assoc. Maringaense dos Autistas
Rua Yoshinori Kubota, 80
Pq. das Grevíleas 87025-130
Maringá - PR
Clínica Odontológica para Pacientes Especiais
Av. Silva Jardim , 1347 , bairro Rebolças
Curitiba - CEP 80250-200
Contato : Vitório Bonacin Filho - CRO 2925
Telefone (41) 232-6195
RIO GRANDE DO SUL
CENTRO DE ATENDIMENTO PEDAGÓGICO RE-FAZENDO (Método TEACCH)
Rua Dinarte Ribeiro 171 - Moinhos de Vento
CEP 90570-050 - Porto Alegre - RS
Telefone (51)3346-4637
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA DE RIO GRANDE
Rua Luiz Loreira,361, apto.201
CEP 96200-350
Rio Grande do Sul - RS
CENTRO TEACCH NOVO HORIZONTE (Método TEACCH)
Rua Itaboraí 251 - Jardim Botânico
CEP 91730-060 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 330 79 11
E-mail: RSJ2529@via-rs.com.br
CLINICA DESENVOLVER
Av. Itaqui, 98/302 - Petrópolis
CEP 90460-140 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 3330-5625
Email: rsj2039@pro.via-rs.com.br
Email: sonilewis@ig.com.br
CENTRO DE PSICOLOGIA DA SAÚDE
Psicoterapia Cognitivo-Comportamental
Neuropsicologia
Rua Domingos Crescêncio, 526
CEP 90650-090 – Porto Alegre – RS
E-mail: cpstcc@bol.com.br
RIO DE JANEIRO
AMES - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Rua Goiânia, 26 - Vila Isabel
20.540-160 - Rio de Janeiro - RJ
e-mail: armindo@cvrd.com.br
Contatos:
Angela e Sidney: (21) 2571-2778
Armindo e Anna Cláudia : (21) 2235-4512
Sérgio: (21) 2446-4442
Moacira: (21) 2570-4873
APARJ -ASSOCIAÇÃO DOS PAIS DE AUTISTAS DO RIO DE JANEIRO
Telefone (21) 2 539-1997 Fax (21) 2225-0083
E-mail: aparj@aol.com
Homepage: APARJ
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO HUMAITÁ (Método TEACCH)
Rua Senador Correia, 56 - Laranjeiras
CEP 22271-050 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone (21) 2558-3760
CENTRO EDUCACIONAL UM LUGAR AO SOL
Rua Urbano Duarte , casa 7/13 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2493-3367 / 2492-1695
E-mail: lugaraosol@openlink.com.br
CEC - CENTRO DE ESTUDOS DA CRIANÇA - COMUNIDADE DE ESTUDOS CIENTÍFICOS
Rua Arquias Cordeiro, 614 sobrado 201
Méier - Rio de Janeiro - Brasil
Telefone/fax (21) 2269-6572 / 2594-2982
E-mail: prista@osite.com.br
Site: http://pessoal.osite.com.br/'prista
Atendimento de pessoas portadoras de autismo, terapia familiar sistêmica e acompanhamento escolar até inserção na rede regular de ensino. Trabalho em equipe transdisciplinar. Do resgate clínico ao serviço profissionalizante.
C.R.A.D.
Av. N.Sra. De Copacabana , 583 - sala 705 - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2594-5633 / 2548-5109
Homepage: www.cradd.org.br
ESPAÇO DA PSIQUÊ
Rua Urbano Duarte , casa 7/13 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2565-7242 / 2204-2095
Homepage: nupe@connection.com.br
INSTITUTO HENRY WALLON
Rua Barão de Ubá , 438 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefone (21) 2273-5291
Homepage: ioio.trp@terra.com.brr
INSTITUTOS VÉRAS - Centro de Reabilitação Nossa Senhora da Glória
(Método Doman ou Organização Neurológica)
Rua Humaitá , 45 - Botafogo
CEP 22260-170 - Rio de Janeiro -RJ
Telefone (21) 539-1997 Fax (21) 286-9291
E-mail: veras@infolink.com.br
UNIGRANRIO Universidade Grande Rio
Atendimento em odontologia, fisioterapia, ambulatório médico e direito.
Rua Prof. José de Souza Herdy, 1160
Duque de Caxias, RJ
Telefone (21) 2672-7777
Universidade Gama Filho
Atendimento em odonto, com inscrições semestrais, tel. (0xx21) 2599-7157
Atendimento em psicologia, tel. (0xx21) 2599-7152
Atendimento em fisioterapia, tel. (0xx21) 2599-7221
Atendimento Jurídico das 9 as 11 horas
Telefone (21) 2599-7168
Rua Manoel Vitorino, 553
Piedade, Rio de Janeiro, RJ
SANTA CATARINA
Associação dos Amigos do Autista em Joiville/SC
Rua José Rolim Filho,181
Bom Retiro 89222-350
Telefone (47) 425-5649
Joiville - SC
Centro de Aprendizagem da Criança
Blumenau - Telefone (47) 329-2054
SÃO PAULO
AMA - ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO AUTISTA
Rua Lavapés, 1123 - Cambuci
CEP 01519-000 - São Paulo - SP
Telefones (11) 242 88 22 ou 270 23 63
Email: ama@activemidia.com ; info@ama.org.br
INSTITUTO S.E.R.
Rua Arnaldo Barreto, 681 - São Bernardo
CEP 13030-420 - Campinas - SP
Telefax (19) 272 25 20
Email: institutoser@bitline.com.br
AUMA
Rua Félix Pacheco, 91
Caixa Postal 59005
CEP 02099-970
Telefone (11) 6950-4914
Fax (11) 219-0762
Escola Paulista de Educação Especial
Avenida Índico, 759
Jardim do Mar 09750 601
Telefone (11) 4330-2547
São Bernardo do Campo - SP
e-mail: escolapaulista@hitnet.com.br
LUCCA - UNIDADE DE CONVIVENCIA DA CRIANÇA AUTISTA
Rua Pássaros e Flores,336
Telefone (11) 532-0368
ADACAMP
Rua Pe. Francisco Abreu Sampaio, 349
Pq. Itália 13030-350
Telefone (19) 235-3073
Campinas
AMA - Associação dos Amigos do Autista
Praça Antonio Lopes Veludo,53
CEP 14025-120
Telefone (16) 623-4905
Ribeirão Preto
AMA - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA
Rua Antonio Lopes dos Santos, 947
Vila Toninho 15077-200
Telefone (172) 38-1256
São José do Rio Preto
APAEA - ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E EDUCADORES DE AUTISTA
Alameda de Moraes,17 , Santos
CEP 11045-450
Telefone (13) 235-6985
CEDAP - CENTRO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DO AUTISMO E PATOLOGIAS ASSOCIADAS - APAE UNIDADE II
Avenida Capitão Antonio Mendes 661
Centro 13630-000
Telefones (19) 561-1268 ou 561-2966
Pirassununga - SP
Metodologia usada: TEACCH
e-mail: apaepira@zipmail.com.br
LUMI - Centro Terapêutico Educacional
Rua Campos do Jordão, 150
Butantã , CEP: 05516-040
São Paulo - SP
Telefone (11) 3722-2256
Metodologia usada: TEACCH
E-mail: adriana@chacaraklabin.com.br
Homepage: www.centrolumi.com.br
Nosso Lar - Jundiaí
Uma instituição muito séria situada em Jundiaí/SP. É uma casa simples, porém muito dedicada e com excelentes profissionais. Atende diversas crianças portadoras de múltiplas deficiências. (nota: não confundir com a Nosso Lar de SP)
E-mail: nossolar@zaz.com.br
O Núcleo de Integração Luz do Sol - Atibaia
É uma Instituição Residência especializada no tratamento do Autismo, das Psicoses Infantis, bem como deficiências Moderadas e Severas. Atende casos de Autistas, todos severos, hiperativos, convulsivos, auto e hetero agressivos. A maioria deles residem na Instituição e alguns mantem uma visita continua, bem como vão para casa nos finais de semana esporádicamente. Oferece AVD (atividades de vida diária), Brincadeiras, Horta, Esporte, Musica, Atividades Ocupacionais e Pedagógicas, Fonoaudiologia, Psicologia, e acompanhamento médico.
Rua Quatro, n.95, Jardim Refúgio
Atibaia/SP 12946-753
Telefax (11) 4411-4377
WebSite
SERGIPE
AMA - ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO AUTISTA
Av. Mário Jorge Vieira, 1812
Coroa do Meio - CEP 49035-660
Aracajú - SE
Telefone (79)255-1767
Email: carmo@sebraese.com.br
ESCOLAS COM TURMAS ESPECIAIS
ESCOLA ESTADUAL CRISTO REDENTOR
Projeto piloto com duas turmas especiais
Rua Zeca Neto, 149 - Cristo Redentor
CEP 91370-100 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 340 00 98
ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL PRESIDENTE FRANKLIN DELANO ROOSEVELT
Turmas especiais - Autismo (método TEACCH) e Deficiência Mental.
Av. Adriano Dias dos Santos, 500 - Jardim Boa Esperança
CEP 11470-220 - Guarujá - SP
Telefone (13) 355 84 37
Email: schumacher@bsnet.com.br
ESCOLA ESPECIAL ESTADUAL CRISTO REDENTOR
Rua Zeca Neto, 149 , Porto Alegre - RS
Telefone 3340 0098
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL RECANTO DA ALEGRIA
Rua Valentino Vicentini, 225 , Porto Alegre - RS
Telefone 3341 3210
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL NEY GOMES DA SILVA
Av. Guilherme Schell, 4064 - Bairro ìcaro , Canoas - RS
Telefone 476 1046
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL DEPUTADO CARLOS SANTOS - CIEP Especial
Rua Venâncio Aires, 305 Bairro Vila Rocha , Cruz Alta - RS
Telefone 3324 5272
ASSOCIAÇÃO COMUNIDADE ESCOLAR COMUMVIVER
Av. Barbacena, 1477 - Sto. Agostinho
CEP 30190-131 - Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 275 36 72
AMA
Rua 2 - Bloco 9 - apto A Conj. Icaparaíba
CEP 69057-560
Telefone (92) 236-3494
Manaus - AM
BAHIA
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DISTÚRBIO DO COMPORTAMENTO - EVOLUÇÃO - INESP/BA
Av. Jorge Amado, 500
Imbiú 41720-040
Telefone (71) 231-1502/ 371-9203
Salvador - BA
CEARÁ
CASA DA ESPERANÇA
Rua José Vilar, 938 - Aldeota
CEP 60125-001 - Fortaleza - CE
Telefone (85) 224 07 02
E-mail: casa@fortalnet.com.br
FUNDAÇÃO PROJETO DIFERENTE
Av. João Pessoa, 4047
Bairro - Damas
Fortaleza, Ceará
CEP 60425-680
Telefone (85) 494-0217
E-mail: projetodiferente@fortalnet.com.br
DISTRITO FEDERAL
Associação Terapêutica Educacional para Crianças Autistas - ASTECA
Granja do Riacho Fundo - Área Especial, s/nº Riacho Fundo
CEP 71701-970
Telefone (61) 399-4555
Brasília – DF
MINAS GERAIS
AMA - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA
Rua Alfredo Fidélis Marques, 274 ,São Sebastião do Paraíso - MG
CEP 37950-000
Telefone (35) 531-2193
APAE - Pará de Minas
Rua Inocêncio III , 340
Bairro: São Francisco
Cidade: Pará de Minas
Telefone (37) 3232-1024
Metodologia usada: TEACCH
ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE AUTISTAS E OUTRAS SÍNDROMES - APAS
Av. A,18 Bloco A, 201 , Nova Pampulha
CEP 31360-390 , Belo Horizonte ; MG
Telefone (31) 496-6533
ASSOCIAÇÃO COMUNIDADE ESCOLAR COMUMVIVER
Av. Barbacena, 1477 - Sto.Agostinho
CEP 30190-131 - Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 275-3672
Associação Barbacenense de Assistência aos Excepcionais - APAE
( MÉTODO DOMAN OU ORGANIZAÇÃO NEUROLÓGICA )
Rua 13 de Maio 320 – Centro
CEP 36200-000 - Barbacena - MG
Telefax (32) 331-5522
Horário de Atendimento: de 2º a 6º feira de 7:00 Hs as 11:00 Hs e de 12:30 Hs às 16:30 Hs
Endereços e-mail : abaebca@net-rosas.com.br
Endereço URL : http://www.net-rosas.com.br/~abaebca/index.html
Centro Educativo Pés no Chão Ltda.
Tipo: Escola especial
Rua Angoritaba, nº17 -Dom Cabral, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 346-2614
Informações adicionais:
Trabalha com crianças com necessidades especiais.
Cooperativa de Educação Especial DiaDia
Contato: Rosemary
Rua Ralley, nº 408, Bairro Santa Lúcia, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 3292-029
Informações adicionais:
Trabalha com crianças com necessidades especiais.
CPP - Centro Psicopedagógico
Tipo: Hospital
Rua Padre Marinho, nº 150, Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 324-1309
Informações adicionais:
Atende a portadores de vários tipos de deficiência , inclusive autismo , trabalhando com o método TEACCH.
Escola Municipal São Bernardo
Contato: Eliana Teixeira Silva Marcelino (Aux. Bibliotecaria)
Rua: Padre Teodorico, nº126 , bairro Centro, Baldim, MG, CEP 35706000
Telefone(s) (31) 3718-1440 / 3718-1440 / 3718-1257
Informações adicionais:
Possui aluno autista e está a procura de informações de cursos para capacitação e como lidar com o autista.
Instituto Regina Pacis
Praça Tiradentes, nº34 , Centro, Sete Lagoas,
Telefone (31) 3771-0100
Informações adicionais:
Possui aluno autista com diagnóstico e outro(s) com suspeita. Quer ser informada sobre curos de capacitação.
MATO GROSSO DO SUL
AMA - Associação dos Amigos do Autista em Campo Grande/MS
Rua Espírito Santo, 1253, Vila Célia
Cep 79022-330
Telefone (67) 725-5135
CAMPO GRANDE - MS
PARÁ
AMA Associação dos Amigos do Autista de Belém do Pará
Travessa Viega Cabral, 610
Cidade Velha 66023-630
Telefone (91) 224-3373
Belém - PA
PARANÁ
AMA - Assoc. Maringaense dos Autistas
Rua Yoshinori Kubota, 80
Pq. das Grevíleas 87025-130
Maringá - PR
Clínica Odontológica para Pacientes Especiais
Av. Silva Jardim , 1347 , bairro Rebolças
Curitiba - CEP 80250-200
Contato : Vitório Bonacin Filho - CRO 2925
Telefone (41) 232-6195
RIO GRANDE DO SUL
CENTRO DE ATENDIMENTO PEDAGÓGICO RE-FAZENDO (Método TEACCH)
Rua Dinarte Ribeiro 171 - Moinhos de Vento
CEP 90570-050 - Porto Alegre - RS
Telefone (51)3346-4637
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA DE RIO GRANDE
Rua Luiz Loreira,361, apto.201
CEP 96200-350
Rio Grande do Sul - RS
CENTRO TEACCH NOVO HORIZONTE (Método TEACCH)
Rua Itaboraí 251 - Jardim Botânico
CEP 91730-060 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 330 79 11
E-mail: RSJ2529@via-rs.com.br
CLINICA DESENVOLVER
Av. Itaqui, 98/302 - Petrópolis
CEP 90460-140 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 3330-5625
Email: rsj2039@pro.via-rs.com.br
Email: sonilewis@ig.com.br
CENTRO DE PSICOLOGIA DA SAÚDE
Psicoterapia Cognitivo-Comportamental
Neuropsicologia
Rua Domingos Crescêncio, 526
CEP 90650-090 – Porto Alegre – RS
E-mail: cpstcc@bol.com.br
RIO DE JANEIRO
AMES - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Rua Goiânia, 26 - Vila Isabel
20.540-160 - Rio de Janeiro - RJ
e-mail: armindo@cvrd.com.br
Contatos:
Angela e Sidney: (21) 2571-2778
Armindo e Anna Cláudia : (21) 2235-4512
Sérgio: (21) 2446-4442
Moacira: (21) 2570-4873
APARJ -ASSOCIAÇÃO DOS PAIS DE AUTISTAS DO RIO DE JANEIRO
Telefone (21) 2 539-1997 Fax (21) 2225-0083
E-mail: aparj@aol.com
Homepage: APARJ
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO HUMAITÁ (Método TEACCH)
Rua Senador Correia, 56 - Laranjeiras
CEP 22271-050 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone (21) 2558-3760
CENTRO EDUCACIONAL UM LUGAR AO SOL
Rua Urbano Duarte , casa 7/13 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2493-3367 / 2492-1695
E-mail: lugaraosol@openlink.com.br
CEC - CENTRO DE ESTUDOS DA CRIANÇA - COMUNIDADE DE ESTUDOS CIENTÍFICOS
Rua Arquias Cordeiro, 614 sobrado 201
Méier - Rio de Janeiro - Brasil
Telefone/fax (21) 2269-6572 / 2594-2982
E-mail: prista@osite.com.br
Site: http://pessoal.osite.com.br/'prista
Atendimento de pessoas portadoras de autismo, terapia familiar sistêmica e acompanhamento escolar até inserção na rede regular de ensino. Trabalho em equipe transdisciplinar. Do resgate clínico ao serviço profissionalizante.
C.R.A.D.
Av. N.Sra. De Copacabana , 583 - sala 705 - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2594-5633 / 2548-5109
Homepage: www.cradd.org.br
ESPAÇO DA PSIQUÊ
Rua Urbano Duarte , casa 7/13 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefones (21) 2565-7242 / 2204-2095
Homepage: nupe@connection.com.br
INSTITUTO HENRY WALLON
Rua Barão de Ubá , 438 - Tijuca - Rio de Janeiro -RJ
Telefone (21) 2273-5291
Homepage: ioio.trp@terra.com.brr
INSTITUTOS VÉRAS - Centro de Reabilitação Nossa Senhora da Glória
(Método Doman ou Organização Neurológica)
Rua Humaitá , 45 - Botafogo
CEP 22260-170 - Rio de Janeiro -RJ
Telefone (21) 539-1997 Fax (21) 286-9291
E-mail: veras@infolink.com.br
UNIGRANRIO Universidade Grande Rio
Atendimento em odontologia, fisioterapia, ambulatório médico e direito.
Rua Prof. José de Souza Herdy, 1160
Duque de Caxias, RJ
Telefone (21) 2672-7777
Universidade Gama Filho
Atendimento em odonto, com inscrições semestrais, tel. (0xx21) 2599-7157
Atendimento em psicologia, tel. (0xx21) 2599-7152
Atendimento em fisioterapia, tel. (0xx21) 2599-7221
Atendimento Jurídico das 9 as 11 horas
Telefone (21) 2599-7168
Rua Manoel Vitorino, 553
Piedade, Rio de Janeiro, RJ
SANTA CATARINA
Associação dos Amigos do Autista em Joiville/SC
Rua José Rolim Filho,181
Bom Retiro 89222-350
Telefone (47) 425-5649
Joiville - SC
Centro de Aprendizagem da Criança
Blumenau - Telefone (47) 329-2054
SÃO PAULO
AMA - ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO AUTISTA
Rua Lavapés, 1123 - Cambuci
CEP 01519-000 - São Paulo - SP
Telefones (11) 242 88 22 ou 270 23 63
Email: ama@activemidia.com ; info@ama.org.br
INSTITUTO S.E.R.
Rua Arnaldo Barreto, 681 - São Bernardo
CEP 13030-420 - Campinas - SP
Telefax (19) 272 25 20
Email: institutoser@bitline.com.br
AUMA
Rua Félix Pacheco, 91
Caixa Postal 59005
CEP 02099-970
Telefone (11) 6950-4914
Fax (11) 219-0762
Escola Paulista de Educação Especial
Avenida Índico, 759
Jardim do Mar 09750 601
Telefone (11) 4330-2547
São Bernardo do Campo - SP
e-mail: escolapaulista@hitnet.com.br
LUCCA - UNIDADE DE CONVIVENCIA DA CRIANÇA AUTISTA
Rua Pássaros e Flores,336
Telefone (11) 532-0368
ADACAMP
Rua Pe. Francisco Abreu Sampaio, 349
Pq. Itália 13030-350
Telefone (19) 235-3073
Campinas
AMA - Associação dos Amigos do Autista
Praça Antonio Lopes Veludo,53
CEP 14025-120
Telefone (16) 623-4905
Ribeirão Preto
AMA - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO AUTISTA
Rua Antonio Lopes dos Santos, 947
Vila Toninho 15077-200
Telefone (172) 38-1256
São José do Rio Preto
APAEA - ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E EDUCADORES DE AUTISTA
Alameda de Moraes,17 , Santos
CEP 11045-450
Telefone (13) 235-6985
CEDAP - CENTRO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DO AUTISMO E PATOLOGIAS ASSOCIADAS - APAE UNIDADE II
Avenida Capitão Antonio Mendes 661
Centro 13630-000
Telefones (19) 561-1268 ou 561-2966
Pirassununga - SP
Metodologia usada: TEACCH
e-mail: apaepira@zipmail.com.br
LUMI - Centro Terapêutico Educacional
Rua Campos do Jordão, 150
Butantã , CEP: 05516-040
São Paulo - SP
Telefone (11) 3722-2256
Metodologia usada: TEACCH
E-mail: adriana@chacaraklabin.com.br
Homepage: www.centrolumi.com.br
Nosso Lar - Jundiaí
Uma instituição muito séria situada em Jundiaí/SP. É uma casa simples, porém muito dedicada e com excelentes profissionais. Atende diversas crianças portadoras de múltiplas deficiências. (nota: não confundir com a Nosso Lar de SP)
E-mail: nossolar@zaz.com.br
O Núcleo de Integração Luz do Sol - Atibaia
É uma Instituição Residência especializada no tratamento do Autismo, das Psicoses Infantis, bem como deficiências Moderadas e Severas. Atende casos de Autistas, todos severos, hiperativos, convulsivos, auto e hetero agressivos. A maioria deles residem na Instituição e alguns mantem uma visita continua, bem como vão para casa nos finais de semana esporádicamente. Oferece AVD (atividades de vida diária), Brincadeiras, Horta, Esporte, Musica, Atividades Ocupacionais e Pedagógicas, Fonoaudiologia, Psicologia, e acompanhamento médico.
Rua Quatro, n.95, Jardim Refúgio
Atibaia/SP 12946-753
Telefax (11) 4411-4377
WebSite
SERGIPE
AMA - ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO AUTISTA
Av. Mário Jorge Vieira, 1812
Coroa do Meio - CEP 49035-660
Aracajú - SE
Telefone (79)255-1767
Email: carmo@sebraese.com.br
ESCOLAS COM TURMAS ESPECIAIS
ESCOLA ESTADUAL CRISTO REDENTOR
Projeto piloto com duas turmas especiais
Rua Zeca Neto, 149 - Cristo Redentor
CEP 91370-100 - Porto Alegre - RS
Telefone (51) 340 00 98
ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL PRESIDENTE FRANKLIN DELANO ROOSEVELT
Turmas especiais - Autismo (método TEACCH) e Deficiência Mental.
Av. Adriano Dias dos Santos, 500 - Jardim Boa Esperança
CEP 11470-220 - Guarujá - SP
Telefone (13) 355 84 37
Email: schumacher@bsnet.com.br
ESCOLA ESPECIAL ESTADUAL CRISTO REDENTOR
Rua Zeca Neto, 149 , Porto Alegre - RS
Telefone 3340 0098
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL RECANTO DA ALEGRIA
Rua Valentino Vicentini, 225 , Porto Alegre - RS
Telefone 3341 3210
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL NEY GOMES DA SILVA
Av. Guilherme Schell, 4064 - Bairro ìcaro , Canoas - RS
Telefone 476 1046
ESCOLA ESTADUAL ESPECIAL DEPUTADO CARLOS SANTOS - CIEP Especial
Rua Venâncio Aires, 305 Bairro Vila Rocha , Cruz Alta - RS
Telefone 3324 5272
ASSOCIAÇÃO COMUNIDADE ESCOLAR COMUMVIVER
Av. Barbacena, 1477 - Sto. Agostinho
CEP 30190-131 - Belo Horizonte - MG
Telefone (31) 275 36 72
sexta-feira
Método Teacch - Experiência
A prática da metodologia Teacch foi conhecida por meio de observações do trabalho realizado em uma instituição educacional brasileira e de entrevistas com os profissionais envolvidos nesse trabalho. A instituição atende pessoas carentes e é mantida por doações. Possui duas sedes, onde são atendidos por volta de 50 crianças e jovens, sendo 12 residentes.
Foi elaborado um programa pedagógico que segue os preceitos da pré-escola e do início do curso fundamental. Há também programas pré-profissionalizantes e de atividades devida diária que complementam o trabalho em sala de aula.
A classe é, geralmente, composta por quatro alunos; há um professor e um assistente. Enquanto o professor ensina uma tarefa nova a um aluno, os outros trabalham sozinhos sob a supervisão do assistente.
Estes profissionais não têm obrigatoriamente um curso superior ou especialização na área; são treinados, num curso teórico-prático na própria escola. O professor ensina uma tarefa conduzindo as mãos do aluno e sempre utilizando os cartões como apoio visual. Aos poucos, direciona cada vez menos até que a criança consiga realizar a atividade sem ajuda, apenas sendo guiada pelos cartões.
Além deste trabalho educacional, os profissionais com formação superior em musicoterapia, educação física e fonoaudiologia, vem desenvolvendo outros programas que são conjugados à rotina diária dos autistas. O trabalho fonoaudiológico compreende diferentes abordagens, escolhidas a partir da avaliação feita pela fonoaudióloga de cada criança. Além disso, a fonoaudióloga também avalia motricidade oral . A"aula de fono", como é chamada, é sempre individualizada e abrange os aspectos linguagem e motricidade oral. O trabalho educacional do Teacch enfatiza mais a comunicação receptiva.
Apesar de os princípios metodológicos do Teacch incluírem, além dos estímulos visuais, os estímulos corporais e audiocinestésicos para desenvolver comunicação, a fono audióloga declarou, em entrevista, que não utiliza aprendizado de linguagem de sinais porque acredita que o problema do autista não seja o mutismo, o que ocorre é que ele não processa a informação via comunicação gestual (mesmo ela sendo de caráter visual), pois não consegue simbolizar. Isto é, o autista não tem capacidade cognitiva para entender o significado dos gestos, que são simbólicos e não representativos fiéis das palavras.
As "aulas de fono" têm caráter diretivo, a verbalização é usada para dirigir e reforçar atividades e a postura da fonoaudióloga é formal e séria .
Foi elaborado um programa pedagógico que segue os preceitos da pré-escola e do início do curso fundamental. Há também programas pré-profissionalizantes e de atividades devida diária que complementam o trabalho em sala de aula.
A classe é, geralmente, composta por quatro alunos; há um professor e um assistente. Enquanto o professor ensina uma tarefa nova a um aluno, os outros trabalham sozinhos sob a supervisão do assistente.
Estes profissionais não têm obrigatoriamente um curso superior ou especialização na área; são treinados, num curso teórico-prático na própria escola. O professor ensina uma tarefa conduzindo as mãos do aluno e sempre utilizando os cartões como apoio visual. Aos poucos, direciona cada vez menos até que a criança consiga realizar a atividade sem ajuda, apenas sendo guiada pelos cartões.
Além deste trabalho educacional, os profissionais com formação superior em musicoterapia, educação física e fonoaudiologia, vem desenvolvendo outros programas que são conjugados à rotina diária dos autistas. O trabalho fonoaudiológico compreende diferentes abordagens, escolhidas a partir da avaliação feita pela fonoaudióloga de cada criança. Além disso, a fonoaudióloga também avalia motricidade oral . A"aula de fono", como é chamada, é sempre individualizada e abrange os aspectos linguagem e motricidade oral. O trabalho educacional do Teacch enfatiza mais a comunicação receptiva.
Apesar de os princípios metodológicos do Teacch incluírem, além dos estímulos visuais, os estímulos corporais e audiocinestésicos para desenvolver comunicação, a fono audióloga declarou, em entrevista, que não utiliza aprendizado de linguagem de sinais porque acredita que o problema do autista não seja o mutismo, o que ocorre é que ele não processa a informação via comunicação gestual (mesmo ela sendo de caráter visual), pois não consegue simbolizar. Isto é, o autista não tem capacidade cognitiva para entender o significado dos gestos, que são simbólicos e não representativos fiéis das palavras.
As "aulas de fono" têm caráter diretivo, a verbalização é usada para dirigir e reforçar atividades e a postura da fonoaudióloga é formal e séria .
Método Teacch - Apresentação
O programa Teacch (Treatment and Education ofAutistic and Related Communication Handicapped Children), que em português significa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a Comunicação, é um programa educacional e clínico com uma prática predominantemente psicopedagógica criado a partir de um projeto de pesquisa que buscou observar profundamente os comportamentos das crianças autistas em diferentes situações e frente a diferentes estímulos.
A divisão Teacch foi fundada em 1972 na Universidade da Carolina do Norte, EUA, pelo Dr. Eric Schopler et al. do departamento de psiquiatria dessa Universidade. As pesquisas do Dr. Schopler apontam algumas conclusões relativas às crianças autistas.
Em primeiro lugar, o autista é vítima de uma síndrome, e muitos dos seus distúrbios de comportamento podem ser modificados à medida que ele consegue expressar-se e entender o que se espera dele.
Outro dado importante é que as crianças autistas são mais responsivas às situações dirigidas que às livres e também respondem mais consistentemente aos estímulos visuais que aos estímulos auditivos. O método Teacch fundamenta- se em pressupostos da teoria comportrtamentol e da psicolingüística.
Vamos esclarecer alguns pontos fundamentais da terapia Comportamental para a compreensão do modelo Teacch?
Além de indicar, especificare definir operacional mente os comportamentos-alvo a serem trabalhados, o terapeuta do programa Teacch tem a possibilidade de desenvolver categorias de repertórios que permitem avaliar de maneira qualitativa aspectos da interação e organização do comportamento, bem como o curso do desenvolvimento individual em seus diferentes níveis . É imprescindível que o terapeuta manipule o ambiente do autista de maneira que comportamentos indesejáveis desapareçam ou, pelo menos, sejam amenizados, e condutas adequadas recebam reforço positivo.
Passando para a área da psicolingüística, a prática Teacch fundamenta-se nessa teoria a partir da afirmação de que a imagem visual é geradora de comunicação.
A linguagem, inicialmente não-verbal, sendo um sistema simbólico complexo, baseia-se na interiorização das experiências. Ao mesmo tempo que a linguagem não-verbal vai dando significados às ações e aos objetos, vai também consolidando a linguagem interior. O corpo vai incorporando significados através da "ação no mundo" enquanto desenvolve de maneira progressiva a comunicação - que pode ser oral, gestual, escrita etc. A linguagem, portanto, é o resultado da transformação da informação sensorial e motora em símbolos integrados significativamente.
Na terapêutica psicopedagógica do método Teacch trabalha-se concomitantemente a linguagem receptiva e a expressiva. São utilizados estímulos visuais (fotos, figuras,
cartões), estímulos corporais (apontar, gestos, movimentos corporais) e estímulos audiocinestesicovisuais (som, palavra, movimentos associados às fotos) para buscar a linguagem oral ou uma comunicação alternativa .
Por meio de cartões com fotos, desenhos, símbolos, palavra escrita ou objetos concretos em seqüência (p . ex ., potes, legos etc.), indicam-se visualmente as atividades que serão desenvolvidas naquele dia na escola .
Os sistemas de trabalho são programados individualmente e ensinados um a um pelo terapeuta . Quando a criança apresenta plena desenvoltura na realização de uma atividade (conduta adquirida), esta passa a fazer parte da rotina de forma sistemática.
A divisão Teacch foi fundada em 1972 na Universidade da Carolina do Norte, EUA, pelo Dr. Eric Schopler et al. do departamento de psiquiatria dessa Universidade. As pesquisas do Dr. Schopler apontam algumas conclusões relativas às crianças autistas.
Em primeiro lugar, o autista é vítima de uma síndrome, e muitos dos seus distúrbios de comportamento podem ser modificados à medida que ele consegue expressar-se e entender o que se espera dele.
Outro dado importante é que as crianças autistas são mais responsivas às situações dirigidas que às livres e também respondem mais consistentemente aos estímulos visuais que aos estímulos auditivos. O método Teacch fundamenta- se em pressupostos da teoria comportrtamentol e da psicolingüística.
Vamos esclarecer alguns pontos fundamentais da terapia Comportamental para a compreensão do modelo Teacch?
Além de indicar, especificare definir operacional mente os comportamentos-alvo a serem trabalhados, o terapeuta do programa Teacch tem a possibilidade de desenvolver categorias de repertórios que permitem avaliar de maneira qualitativa aspectos da interação e organização do comportamento, bem como o curso do desenvolvimento individual em seus diferentes níveis . É imprescindível que o terapeuta manipule o ambiente do autista de maneira que comportamentos indesejáveis desapareçam ou, pelo menos, sejam amenizados, e condutas adequadas recebam reforço positivo.
Passando para a área da psicolingüística, a prática Teacch fundamenta-se nessa teoria a partir da afirmação de que a imagem visual é geradora de comunicação.
A linguagem, inicialmente não-verbal, sendo um sistema simbólico complexo, baseia-se na interiorização das experiências. Ao mesmo tempo que a linguagem não-verbal vai dando significados às ações e aos objetos, vai também consolidando a linguagem interior. O corpo vai incorporando significados através da "ação no mundo" enquanto desenvolve de maneira progressiva a comunicação - que pode ser oral, gestual, escrita etc. A linguagem, portanto, é o resultado da transformação da informação sensorial e motora em símbolos integrados significativamente.
Na terapêutica psicopedagógica do método Teacch trabalha-se concomitantemente a linguagem receptiva e a expressiva. São utilizados estímulos visuais (fotos, figuras,
cartões), estímulos corporais (apontar, gestos, movimentos corporais) e estímulos audiocinestesicovisuais (som, palavra, movimentos associados às fotos) para buscar a linguagem oral ou uma comunicação alternativa .
Por meio de cartões com fotos, desenhos, símbolos, palavra escrita ou objetos concretos em seqüência (p . ex ., potes, legos etc.), indicam-se visualmente as atividades que serão desenvolvidas naquele dia na escola .
Os sistemas de trabalho são programados individualmente e ensinados um a um pelo terapeuta . Quando a criança apresenta plena desenvoltura na realização de uma atividade (conduta adquirida), esta passa a fazer parte da rotina de forma sistemática.
Cientistas encontram varição genética que influi no autismo
Um grupo de cientistas descobriu a primeira evidência clara de que uma variação genética comum tem influência no desenvolvimento do autismo, segundo uma pesquisa cujos resultados foram publicados na edição semanal online da revista Nature. A pesquisa se centra nos polimorfismos de um só nucleotídeo ou SNP (em inglês), que são uma variação muito frequente na sequência de DNA que afeta uma só base - adenina, timina, citosina ou guanina- de uma cadeia do genoma.
Os SNP formam até 90% de todas as variações genômicas humanas na sequência do DNA e determinam a resposta dos indivíduos a doenças, bactérias, vírus e medicamentos. Até agora, os cientistas achavam que não havia relação com os transtornos do espectro autista (TEA), o grupo de incapacidades do desenvolvimento provocadas por uma anomalia no cérebro.
No entanto, os professores Hakon Hakonarson, do Hospital Infantil da Filadélfia (EUA), e Gérard Schellenberg, da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, respondem a esta crença. Até agora, a associação genética com os TEA era difícil de ser descoberta devido à complexidade dos sintomas clínicos e pela própria arquitetura genética, mas os trabalhos realizados por Hakonarson e Schellenberg resolveram este problema.
Em uma das pesquisas foram identificados seis SNPs junto a dois genes codificadores de proteínas, o que significa que as moléculas que aderem às células neuronais têm um papel no desenvolvimento dos diferentes tipos de autismo. No segundo estudo, foram encontradas duas trajetórias ou percursos genéticos no sistema nervoso que contribuem de maneira significativa à suscetibilidade genética a apresentar TEA.
Os genes encontrados em uma das trajetórias eram os responsáveis por uma degradação proteica - um processo que tem a ver com vários transtornos genéticos - e as descobertas em regiões associadas com a aderência neuronal tinham uma estreita relação com o desenvolvimento do autismo.
Em entrevista coletiva, Schellenberg destacou que a pesquisa abre caminho para descobrir eventuais remédios que possam combater o problema.
Um grupo de cientistas descobriu a primeira evidência clara de que uma variação genética comum tem influência no desenvolvimento do autismo, segundo uma pesquisa cujos resultados foram publicados na edição semanal online da revista Nature. A pesquisa se centra nos polimorfismos de um só nucleotídeo ou SNP (em inglês), que são uma variação muito frequente na sequência de DNA que afeta uma só base - adenina, timina, citosina ou guanina- de uma cadeia do genoma.
Os SNP formam até 90% de todas as variações genômicas humanas na sequência do DNA e determinam a resposta dos indivíduos a doenças, bactérias, vírus e medicamentos. Até agora, os cientistas achavam que não havia relação com os transtornos do espectro autista (TEA), o grupo de incapacidades do desenvolvimento provocadas por uma anomalia no cérebro.
No entanto, os professores Hakon Hakonarson, do Hospital Infantil da Filadélfia (EUA), e Gérard Schellenberg, da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, respondem a esta crença. Até agora, a associação genética com os TEA era difícil de ser descoberta devido à complexidade dos sintomas clínicos e pela própria arquitetura genética, mas os trabalhos realizados por Hakonarson e Schellenberg resolveram este problema.
Em uma das pesquisas foram identificados seis SNPs junto a dois genes codificadores de proteínas, o que significa que as moléculas que aderem às células neuronais têm um papel no desenvolvimento dos diferentes tipos de autismo. No segundo estudo, foram encontradas duas trajetórias ou percursos genéticos no sistema nervoso que contribuem de maneira significativa à suscetibilidade genética a apresentar TEA.
Os genes encontrados em uma das trajetórias eram os responsáveis por uma degradação proteica - um processo que tem a ver com vários transtornos genéticos - e as descobertas em regiões associadas com a aderência neuronal tinham uma estreita relação com o desenvolvimento do autismo.
Em entrevista coletiva, Schellenberg destacou que a pesquisa abre caminho para descobrir eventuais remédios que possam combater o problema.
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Pesquisadores identificam gene ligado ao autismo
Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema. Segundo as pesquisas, tais variantes genéticas são comuns em pessoas com autismo. Essa é a primeira vez em que se identificou uma relação direta entre o código genético humano e a desordem.
O principal estudo, que envolveu mais de 10 mil pessoas, incluindo portadores da desordem, familiares e outros voluntários, em diversos estados do país, foi coordenado por Hakon Hakonarson, professor da Universidade da Pensilvânia e diretor do Centro de Genômica Aplicada do Hospital Infantil da Filadélfia.
Os resultados estão em artigo publicado nesta terça-feira (28/4) no site da revista Nature e destacam a importância de genes que estão envolvidos na formação e manutenção de conexões entre células cerebrais. O estudo se baseou em polimorfismos de nucleotídeos únicos, responsáveis pela maior parte das variações genômicas na sequência do DNA. Entre as variantes genéticas identificadas, está uma que se mostrou altamente comum em crianças autistas.
Em seguida, ao analisar a atividade do gene - chamado de CDH10 - no cérebro em fetos, descobriram que ele tinha maior atividade justamente nas regiões ligadas à linguagem e aos relacionamentos sociais. O trabalho indica que o CDH10 tem papel fundamental no desenvolvimento cerebral e pode contribuir para o risco de autismo.
"Enquanto essa variante genética é comum na população em geral, descobrimos que ela ocorre cerca de 20% mais frequentemente em crianças com autismo. Uma mudança importante como essa no código genético é muito mais do que uma simples mutação.
Trata-se de um fator de risco para a origem da doença", disse Daniel Geschwind, diretor do Centro para Tratamento e Pesquisa em Autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), um dos autores da pesquisa principal. O grupo da UCLA analisou o DNA de 3,1 mil crianças com autismo em 780 famílias - cada família tinha pelo menos duas crianças com o problema. O processo relacionou a desordem com uma região específica do cromossomo 5.
Uma nova análise, dessa vez com 1,2 mil portadores e 6,5 mil pessoas no grupo controle, foi feita pela equipe de Hakonarson. Os pesquisadores avaliaram a relação entre mais de meio milhão de variantes genéticas com o autismo e identificaram seis alterações que ocorriam mais frequentemente em crianças autistas do que nos indivíduos saudáveis. As variações estavam no cromossomo 5 entre os genes CDH9 e CDH10.
Na sequência do estudo, o grupo na UCLA verificou a presença dos dois genes no cérebro humano em desenvolvimento. Enquanto a presença do CDH9 foi pequena, o CDH10 se mostrou especialmente presente e ativo no córtex frontal, região crítica para a linguagem, comportamento social e raciocínios complexos como os envolvidos no processo de julgamento.
"Trata-se de uma descoberta marcante. Não é coincidência que um gene ligado ao autismo apareça em alta concentração em regiões do cérebro que regulam a fala e a interpretação social. Nossa pesquisa sugere que o CDH10 é acionado em um estágio muito inicial e tem um papel importante no desenvolvimento do cérebro. Sua atividade pré-natal torna o indivíduo mais suscetível ao autismo", disse Geschwind.
A descoberta dos genes reforça estudos recentes que apontaram que crianças com transtornos do espectro autista (como o próprio autismo ou a síndrome de Asperger) podem ter conectividade reduzida entre neurônios e com pesquisas que verificaram desenvolvimento anormal nos lobos frontais do cérebro em pacientes com autismo.
"Nossos resultados, quando somados com estudos anatômicos e de imagens de ressonância magnética funcional, sugerem que os transtornos do espectro autista possam ser um problema de desconexão neural", disse Hakonarson.
Fonte:
http://www.abril.com.br
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quinta-feira
O que um autista nos pediria
01 - Ajude-me a compreender. Organize meu mundo e facilita-me ou antecipe o que vai suceder. Dá-me ordem, estrutura, e não caos.
02 - Não te angusties comigo, porque me angustio. Respeita meu ritmo. Sempre poderás relacionar-se comigo se compreender minhas necessidades e meu modo especial de entender a realidade. Não se deprima, o normal é que avance e me desenvolva cada vez mais.
03 - Não me fale demasiado, nem demasiado depressa. As palavras são "ar" que não pesa para ti, mas podem ser uma carga muito pesada para mim. Muitas vezes não são a melhor maneira de relacionar-se comigo.
04 - Como outros filhos, como outros adultos, necessito compartilhar o prazer e o gosto de fazer as coisas bem, mesmo que nem sempre o consiga. Faz-me saber, de algum modo, quando consigo fazer as coisas bem e ajuda-me a fazê-las sem erros. Quando tenho demasiadas falhas sucede que me irrito e termino por negar-se a fazer as coisas.
05 - Necessito de mais ordem do que você necessita, mais previsibilidade do meio, que você requer. Teremos que negociar meus rituais para conviver.
06 - É difícil compreender o sentido de muitas das coisas que me pedem para fazer. Ajuda-me a entendê-las, peça-me coisas que podem ter um sentido concreto e decifra-as para mim. Não permitas que me acomode e permaneça inativo.
07 - Não me invadas excessivamente. Às vezes, as pessoas são demasiadamente imprevisíveis, demasiadamente ruidosas, demasiadamente estimulantes. Respeita as distâncias que necessito, porém sem deixar-me só.
08 - O que faço não é contra você. Quando tenho uma zanga ou me golpeio, se destruo algo ou me movimento em excesso, quando me é difícil atender ou fazer o que me pede, não estou querendo te prejudicar. Já que tenho um problema de intenções, não me atribua más intenções!
09 - Meu desenvolvimento não é absurdo, embora não seja fácil de entender. Tem sua própria lógica e muitas das condutas que chamas "alteradas" são formas de enfrentar o mundo na minha especial forma de ser e perceber. Faz um esforço para compreender-me.
10 - As outras pessoas são demasiadamente complicadas. Meu mundo não é complexo e fechado, senão simples. Embora te pareça estranho o que te digo, meu mundo é tão aberto, tão sem dissimulações nem mentiras, tão ingenuinamente exposto aos demais, que é difícil penetrarmos nele. Não vivo em uma "fortaleza vazia", nem em uma planície tão aberta que pode parecer inacessível. Tenho muito menos complicações que as pessoas que são consideradas normais.
11 - Não me peças sempre as mesmas coisas nem me exijas as mesmas rotinas. Não tens que fazer-te autista para ajudar-me. O autista sou eu, não você!
12 - Não sou só autista. Também sou uma criança, um adolescente, ou um adulto. Compartilho muitas coisas das crianças, adolescentes ou adultos ditos "normais". Gosto de jogar e divertir-me, quero os meus pais e pessoas que me cercam, me sinto satisfeito quando faço as coisas bem é aquilo que compartilhamos que nos une.
13 - Vale à pena viver comigo. Poço dar-lhe tantas satisfações quantas outras pessoas, embora não sejam as mesmas. Pode chegar um momento em sua vida em que eu, que sou autista, seja sua maior, ou melhor, companhia.
14 - Não me agridas quimicamente. Se te dizem que tenho que tomar um medicamento, providencie que seja revisado periodicamente por um especialista.
15 - Nem meus pais nem eu tenho a culpa do que me passa. Tão pouco a têm os profissionais que me ajudam não serve de nada que os culpe. Às vezes, minhas reações e condutas podem ser difíceis de compreender ou afrontar, porém não é por culpa de nada. A idéia de "culpa” não produz mais que sofrimento em relação ao meu problema.
16 - Não me peças constantemente coisas do que sou capaz de fazer. Porém peça-me o que poço fazer. Dá-me ajuda para ser mais autônomo, para compreender melhor, porém não me dê ajuda demais.
17 - Não tens que trocar completamente sua vida pelo fato de viver com uma pessoa autista. Não me serve de nada que esteja mal, que te encerres e te deprimas. Necessito estabilidade emocional ao meu redor para estar melhor. Pensa que, menos ainda, seu par tem culpa do que me passa.
18 - Ajuda-me com naturalidade, sem convertê-lo em uma obsessão. Para poder ajudar-me, tenha seus momentos de repouso ou dedique as suas próprias atividades. Aproxime-se de mim, não se vá, porém não se sinta submetido a um peso insuportável. Em minha vida, tenho momentos maus, porém poço estar cada vez melhor.
19 - Me aceite como sou. Não condicione sua aceitação a que eu deixe de ser autista. Seja otimista sem fazer "novelas". Minha situação normalmente melhora, ainda que pôr hora não tenha cura.
20 - Ainda que me seja difícil comunicar-me ou não compreenda as sutilezas sociais, tenho incluso algumas vantagens em relação aos ditos "normais". Me custa comunicar, porém o não sei enganar. Não compreendo as sutilezas sociais, porém tão pouco participo das duplas intenções ou dos sentimentos perigosos tão freqüentes na vida social. Minha vida pode ser satisfatória se é simples, ordenada e tranqüila. Se não me pede constantemente e sou aquele que mais me custa. Ser autista é um modo de ser, ainda que não seja o normal. Minha vida como autista pode ser tão feliz e satisfatória como a sua "normal". Nessa vida, podemos encontrar-nos e compartilhar muitas experiências.
02 - Não te angusties comigo, porque me angustio. Respeita meu ritmo. Sempre poderás relacionar-se comigo se compreender minhas necessidades e meu modo especial de entender a realidade. Não se deprima, o normal é que avance e me desenvolva cada vez mais.
03 - Não me fale demasiado, nem demasiado depressa. As palavras são "ar" que não pesa para ti, mas podem ser uma carga muito pesada para mim. Muitas vezes não são a melhor maneira de relacionar-se comigo.
04 - Como outros filhos, como outros adultos, necessito compartilhar o prazer e o gosto de fazer as coisas bem, mesmo que nem sempre o consiga. Faz-me saber, de algum modo, quando consigo fazer as coisas bem e ajuda-me a fazê-las sem erros. Quando tenho demasiadas falhas sucede que me irrito e termino por negar-se a fazer as coisas.
05 - Necessito de mais ordem do que você necessita, mais previsibilidade do meio, que você requer. Teremos que negociar meus rituais para conviver.
06 - É difícil compreender o sentido de muitas das coisas que me pedem para fazer. Ajuda-me a entendê-las, peça-me coisas que podem ter um sentido concreto e decifra-as para mim. Não permitas que me acomode e permaneça inativo.
07 - Não me invadas excessivamente. Às vezes, as pessoas são demasiadamente imprevisíveis, demasiadamente ruidosas, demasiadamente estimulantes. Respeita as distâncias que necessito, porém sem deixar-me só.
08 - O que faço não é contra você. Quando tenho uma zanga ou me golpeio, se destruo algo ou me movimento em excesso, quando me é difícil atender ou fazer o que me pede, não estou querendo te prejudicar. Já que tenho um problema de intenções, não me atribua más intenções!
09 - Meu desenvolvimento não é absurdo, embora não seja fácil de entender. Tem sua própria lógica e muitas das condutas que chamas "alteradas" são formas de enfrentar o mundo na minha especial forma de ser e perceber. Faz um esforço para compreender-me.
10 - As outras pessoas são demasiadamente complicadas. Meu mundo não é complexo e fechado, senão simples. Embora te pareça estranho o que te digo, meu mundo é tão aberto, tão sem dissimulações nem mentiras, tão ingenuinamente exposto aos demais, que é difícil penetrarmos nele. Não vivo em uma "fortaleza vazia", nem em uma planície tão aberta que pode parecer inacessível. Tenho muito menos complicações que as pessoas que são consideradas normais.
11 - Não me peças sempre as mesmas coisas nem me exijas as mesmas rotinas. Não tens que fazer-te autista para ajudar-me. O autista sou eu, não você!
12 - Não sou só autista. Também sou uma criança, um adolescente, ou um adulto. Compartilho muitas coisas das crianças, adolescentes ou adultos ditos "normais". Gosto de jogar e divertir-me, quero os meus pais e pessoas que me cercam, me sinto satisfeito quando faço as coisas bem é aquilo que compartilhamos que nos une.
13 - Vale à pena viver comigo. Poço dar-lhe tantas satisfações quantas outras pessoas, embora não sejam as mesmas. Pode chegar um momento em sua vida em que eu, que sou autista, seja sua maior, ou melhor, companhia.
14 - Não me agridas quimicamente. Se te dizem que tenho que tomar um medicamento, providencie que seja revisado periodicamente por um especialista.
15 - Nem meus pais nem eu tenho a culpa do que me passa. Tão pouco a têm os profissionais que me ajudam não serve de nada que os culpe. Às vezes, minhas reações e condutas podem ser difíceis de compreender ou afrontar, porém não é por culpa de nada. A idéia de "culpa” não produz mais que sofrimento em relação ao meu problema.
16 - Não me peças constantemente coisas do que sou capaz de fazer. Porém peça-me o que poço fazer. Dá-me ajuda para ser mais autônomo, para compreender melhor, porém não me dê ajuda demais.
17 - Não tens que trocar completamente sua vida pelo fato de viver com uma pessoa autista. Não me serve de nada que esteja mal, que te encerres e te deprimas. Necessito estabilidade emocional ao meu redor para estar melhor. Pensa que, menos ainda, seu par tem culpa do que me passa.
18 - Ajuda-me com naturalidade, sem convertê-lo em uma obsessão. Para poder ajudar-me, tenha seus momentos de repouso ou dedique as suas próprias atividades. Aproxime-se de mim, não se vá, porém não se sinta submetido a um peso insuportável. Em minha vida, tenho momentos maus, porém poço estar cada vez melhor.
19 - Me aceite como sou. Não condicione sua aceitação a que eu deixe de ser autista. Seja otimista sem fazer "novelas". Minha situação normalmente melhora, ainda que pôr hora não tenha cura.
20 - Ainda que me seja difícil comunicar-me ou não compreenda as sutilezas sociais, tenho incluso algumas vantagens em relação aos ditos "normais". Me custa comunicar, porém o não sei enganar. Não compreendo as sutilezas sociais, porém tão pouco participo das duplas intenções ou dos sentimentos perigosos tão freqüentes na vida social. Minha vida pode ser satisfatória se é simples, ordenada e tranqüila. Se não me pede constantemente e sou aquele que mais me custa. Ser autista é um modo de ser, ainda que não seja o normal. Minha vida como autista pode ser tão feliz e satisfatória como a sua "normal". Nessa vida, podemos encontrar-nos e compartilhar muitas experiências.
quarta-feira
Autismo e Pré-Natal
Em 12 de janeiro deste ano foi publicada uma pesquisa da Universidade de Cambridge que pode abrir caminho para o diagnóstico pré-natal de autismo. Por outro lado, o estudo deve trazer consigo uma série de controvérsias.
Cientistas liderados pelo professor Simon Baron-Cohen, uma autoridade mundial no assunto, acompanharam 235 crianças desde antes do nascimento até os oito anos de idade. Eles concluíram então que alto nível de testosterona no líquido amniótico de mulheres grávidas estava associado aos sintomas de autismo na infância.
Os resultados da pesquisa podem servir de base para o desenvolvimento de uma amniocentese (usada para detectar síndrome de Down) para identificar casos de autismo ainda na barriga da mãe.
O professor levanta a questão principalmente devido ao conceito que se tem de autismo. Caracterizado pelo desligamento da realidade exterior e pela criação de um mundo autônomo, a condição é muitas vezes associada à genialidade e a um grande poder de concentração responsável por habilidades extraordinárias em matemática e música. No entanto, a outra faceta do distúrbio traz crianças incapazes de se comunicarem e forçadas a viver em instituições especializadas.
Um possível exame pré-natal para diagnosticar autismo não poderia, a princípio, identificar para qual desses extremos seria levada a criança. Por isso, Cohen avalia que é preciso começar a debater a questão. "O que nós perderíamos se crianças autistas fossem eliminadas da população? Existe um teste para a síndrome de Down que é permitido e os pais exercem o seu direito de optar pelo aborto. Mas autismo é freqüentemente associado ao talento. É uma condição diferente", ressalta.
Cientistas liderados pelo professor Simon Baron-Cohen, uma autoridade mundial no assunto, acompanharam 235 crianças desde antes do nascimento até os oito anos de idade. Eles concluíram então que alto nível de testosterona no líquido amniótico de mulheres grávidas estava associado aos sintomas de autismo na infância.
Os resultados da pesquisa podem servir de base para o desenvolvimento de uma amniocentese (usada para detectar síndrome de Down) para identificar casos de autismo ainda na barriga da mãe.
O professor levanta a questão principalmente devido ao conceito que se tem de autismo. Caracterizado pelo desligamento da realidade exterior e pela criação de um mundo autônomo, a condição é muitas vezes associada à genialidade e a um grande poder de concentração responsável por habilidades extraordinárias em matemática e música. No entanto, a outra faceta do distúrbio traz crianças incapazes de se comunicarem e forçadas a viver em instituições especializadas.
Um possível exame pré-natal para diagnosticar autismo não poderia, a princípio, identificar para qual desses extremos seria levada a criança. Por isso, Cohen avalia que é preciso começar a debater a questão. "O que nós perderíamos se crianças autistas fossem eliminadas da população? Existe um teste para a síndrome de Down que é permitido e os pais exercem o seu direito de optar pelo aborto. Mas autismo é freqüentemente associado ao talento. É uma condição diferente", ressalta.
Método ABA - Apresentação
Quem pode se beneficiar com ABA?
O tratamento com Aba tem beneficiado todo o tipo de aprendiz em todas as idades, com muita ou pouca habilidade, em várias questões diferentes. No começo dos anos 60, começou-se a se trabalhar com a análise do comportamento em crianças autistas e com outras desordens do desenvolvimento. Desde aquela época, uma grande variedade de técnicas de ABA tem sido desenvolvida para construir o aprendizado em crianças autistas de todas as idades. Essas técnicas são usadas tanto em situações mais estruturadas e formais como nas situações mais naturais, tipo as situações do dia-a-dia e tanto na situação de 1 pra 1, como nas instruções em grupo.O uso dos princípios e técnicas da ABA para ajudar pessoas com autismo terem uma vida mais feliz e produtiva se expandiu rapidamente nos últimos anos. Hoje, ABA é amplamente reconhecido como seguro e efetivo no tratamento do autismo.
ABA tem sucesso com autistas adultos?
Sim. Documentos de pesquisa mostram que várias técnicas de ABA são efetivas em construir habilidades em crianças, adolescentes e adultos com autismo e desordem relacionadas. E ainda, os métodos de ABA são úteis em ajudar as famílias a lidar com muitos comportamentos difíceis que podem acompanhar o autismo, sem os efeitos colaterais de drogas. Nos EUA muitos desses indivíduos adultos com acompanhamento de ABA aprenderam a desenvolver alguma atividade voltada pro trabalho e a ter uma ótima participação em suas comunidades.
O tratamento com Aba tem beneficiado todo o tipo de aprendiz em todas as idades, com muita ou pouca habilidade, em várias questões diferentes. No começo dos anos 60, começou-se a se trabalhar com a análise do comportamento em crianças autistas e com outras desordens do desenvolvimento. Desde aquela época, uma grande variedade de técnicas de ABA tem sido desenvolvida para construir o aprendizado em crianças autistas de todas as idades. Essas técnicas são usadas tanto em situações mais estruturadas e formais como nas situações mais naturais, tipo as situações do dia-a-dia e tanto na situação de 1 pra 1, como nas instruções em grupo.O uso dos princípios e técnicas da ABA para ajudar pessoas com autismo terem uma vida mais feliz e produtiva se expandiu rapidamente nos últimos anos. Hoje, ABA é amplamente reconhecido como seguro e efetivo no tratamento do autismo.
ABA tem sucesso com autistas adultos?
Sim. Documentos de pesquisa mostram que várias técnicas de ABA são efetivas em construir habilidades em crianças, adolescentes e adultos com autismo e desordem relacionadas. E ainda, os métodos de ABA são úteis em ajudar as famílias a lidar com muitos comportamentos difíceis que podem acompanhar o autismo, sem os efeitos colaterais de drogas. Nos EUA muitos desses indivíduos adultos com acompanhamento de ABA aprenderam a desenvolver alguma atividade voltada pro trabalho e a ter uma ótima participação em suas comunidades.
De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova Yorque, procedimentos derivados da análise do comportamento são essenciais em qualquer programa desenvolvido para o tratamento de indivíduos diagnosticados com autismo. A academia nacional de ciências dos EUA, por exemplo, concluiu que o maior nº de estudos bem documentados utilizaram-se de métodos comportamentais. Além disso, a Associação para a Ciência do Tratamento do Autismo dos Estados Unidos, afirma que ABA é o único tratamento que possui evidência científica suficiente para ser considerado eficaz.
O tratamento ABA envolve o ensino intensivo e individualizado das habilidades necessárias para que o indivíduo possa adquirir independência e a melhor qualidade de vida possível. Dentre as habilidades ensinadas incluem-se comportamentos sociais, tais como contato visual e comunicação funcional; comportamentos acadêmicos tais como pré-requisitos para leitura, escrita e matemática; além de atividades da vida diária como higiene pessoal. A redução de comportamentos tais como agressões, estereotipias, auto-lesões, agressões verbais, e fugas também fazem parte do tratamento comportamental, já que tais comportamentos interferem no desenvolvimento e integração do indivíduo diagnosticado com autismo.
Durante o tratamento comportamental (ABA), habilidades geralmente são ensinadas em uma situação de um aluno com um professor via a apresentação de uma instrução ou uma dica, com o professor auxiliando a criança através de uma hierarquia de ajuda (chamada de aprendizagem sem erro). As oportunidades de aprendizagem são repetidas muitas vezes, até que a criança demonstre a habilidade sem erro em diversos ambientes e situações. A principal característica do tratamento ABA é o uso de conseqüências favoráveis ou positivas (reforçadoras). Inicialmente, essas conseqüências são extrínsecas (ex. uma guloseima, um brinquedo ou uma atividade preferida). Entretanto o objetivo é que, com o tempo, conseqüências naturais (intrínsecas) produzidas pelo próprio comportamento sejam suficientemente poderosas para manter a criança aprendendo. Durante o ensino, cada comportamento apresentado pela criança é registrado de forma precisa para que se possa avaliar seu progresso.
O uso da Análise Comportamental Aplicada voltada para o autismo baseia-se em diversos passos: 1- avaliação inicial, 2- definição de objetivos a serem alcançados, 3- elaboração de programas/procedimentos, 4- ensino intensivo, 5- avaliação do progresso. O tratamento comportamental caracteriza-se, pela experimentação, registro e constante mudança. A lista de objetivos a serem alcançados é definida pelo profissional, juntamente com a família com base nas habilidades iniciais do indivíduo. Assim, o envolvimento dos pais e de todas as pessoas que participam da vida da criança é fundamental durante todo o processo.
Concluindo, ABA consiste no ensino intensivo das habilidades necessárias para que o indivíduo diagnosticado com autismo ou transtornos invasivos do desenvolvimento se torne independente. O tratamento baseia-se em anos de pesquisa na área da aprendizagem e é hoje considerado como o mais eficaz.
Caio Miguel, Ph.D, Psicólogo, doutor em análise do comportamento pela Western Michigan Universit.
Artigo publicado no BAB - Boletim Autismo Brasil n.2, de junho de 2005.
O tratamento ABA envolve o ensino intensivo e individualizado das habilidades necessárias para que o indivíduo possa adquirir independência e a melhor qualidade de vida possível. Dentre as habilidades ensinadas incluem-se comportamentos sociais, tais como contato visual e comunicação funcional; comportamentos acadêmicos tais como pré-requisitos para leitura, escrita e matemática; além de atividades da vida diária como higiene pessoal. A redução de comportamentos tais como agressões, estereotipias, auto-lesões, agressões verbais, e fugas também fazem parte do tratamento comportamental, já que tais comportamentos interferem no desenvolvimento e integração do indivíduo diagnosticado com autismo.
Durante o tratamento comportamental (ABA), habilidades geralmente são ensinadas em uma situação de um aluno com um professor via a apresentação de uma instrução ou uma dica, com o professor auxiliando a criança através de uma hierarquia de ajuda (chamada de aprendizagem sem erro). As oportunidades de aprendizagem são repetidas muitas vezes, até que a criança demonstre a habilidade sem erro em diversos ambientes e situações. A principal característica do tratamento ABA é o uso de conseqüências favoráveis ou positivas (reforçadoras). Inicialmente, essas conseqüências são extrínsecas (ex. uma guloseima, um brinquedo ou uma atividade preferida). Entretanto o objetivo é que, com o tempo, conseqüências naturais (intrínsecas) produzidas pelo próprio comportamento sejam suficientemente poderosas para manter a criança aprendendo. Durante o ensino, cada comportamento apresentado pela criança é registrado de forma precisa para que se possa avaliar seu progresso.
O uso da Análise Comportamental Aplicada voltada para o autismo baseia-se em diversos passos: 1- avaliação inicial, 2- definição de objetivos a serem alcançados, 3- elaboração de programas/procedimentos, 4- ensino intensivo, 5- avaliação do progresso. O tratamento comportamental caracteriza-se, pela experimentação, registro e constante mudança. A lista de objetivos a serem alcançados é definida pelo profissional, juntamente com a família com base nas habilidades iniciais do indivíduo. Assim, o envolvimento dos pais e de todas as pessoas que participam da vida da criança é fundamental durante todo o processo.
Concluindo, ABA consiste no ensino intensivo das habilidades necessárias para que o indivíduo diagnosticado com autismo ou transtornos invasivos do desenvolvimento se torne independente. O tratamento baseia-se em anos de pesquisa na área da aprendizagem e é hoje considerado como o mais eficaz.
Caio Miguel, Ph.D, Psicólogo, doutor em análise do comportamento pela Western Michigan Universit.
Artigo publicado no BAB - Boletim Autismo Brasil n.2, de junho de 2005.
quinta-feira
Método Son-Rise - no YouTuBe
Abro este espaço para disponibilizar vídeos no youtube sobre o programa “Uma Solução para o Autismo”, ou melhor, dizendo “Son – Rise”.
De ante mão, não afirmo que seja o melhor programa para o autista, até por que sempre digo que o autismo não vem regrado e sim personalizado, assim como o seu método de desenvolvimento.
O que pode ser bom para mim pode não ser bom para você e vice-versa.
Os Fundadores
Introdução
Focando no contato visual
O Ambiente
Juntar-se a sua criança
Aplicando as Técnicas 1
Aplicando as Técnicas 2
Continuando a Aprendizagem
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